A reunião dos representantes dos monitores do Programa Escola Integrada (PEI), realizada no dia 14 de setembro, deu continuidade ao debate sobre as atribuições e funções desses trabalhadores. O encontro permitiu retomar situações vivenciadas no cotidiano das escolas e avançar na definição do que deve e do que não deve fazer parte das responsabilidades dos monitores.
Definição de limites para as funções
Um dos principais pontos discutidos foi a necessidade de estabelecer limites claros para as atividades atribuídas aos monitores. Os representantes reforçaram que esses trabalhadores não devem ser responsabilizados por tarefas que não correspondem às suas funções, nem utilizados para suprir a ausência de outros profissionais.
A delimitação das atribuições é fundamental para garantir melhores condições de trabalho e permitir que os monitores exerçam suas atividades no PEI com clareza, qualidade e respeito às suas responsabilidades.
Durante a reunião, também foram retomadas situações identificadas no encontro anterior que ainda precisam ter suas atribuições melhor definidas. Para dar continuidade a esse processo, o sindicato irá elaborar um formulário com base nas situações já levantadas, permitindo que os monitores contribuam com suas experiências e indiquem como cada função deve ser definida e quais limites precisam ser estabelecidos.
A participação da categoria será fundamental para que essa construção seja coletiva e reflita a realidade vivenciada pelos trabalhadores nas escolas.
Próximo encontro dará início à construção da pauta de reivindicações
A próxima reunião dos representantes dos monitores será realizada no dia 28 de setembro. O encontro terá como objetivo concluir o debate sobre as funções dos monitores do PEI, sistematizar as contribuições apresentadas e avançar na construção da proposta que será apresentada à SMED.
Também será iniciada uma nova etapa de organização da categoria: a construção da pauta de reivindicações dos monitores para a campanha salarial do próximo ano.
A proposta é transformar os problemas, demandas e necessidades identificados no cotidiano de trabalho em reivindicações concretas, construídas coletivamente pelos próprios trabalhadores.