PBH se nega a garantir a solidariedade entre os trabalhadores. Até onde vai a necessidade de Damião de atacar os trabalhadores em educação?

A PBH se recusou a relizar desconto da taxa assistencial em solidariedade aos trabalhadores que tiveram cortes no salário em função da greve, embora não exista impedimento legal para realizar o procedimento.

Prefeitura se nega a fazer o desconto da taxa assistencial em solidariedade aos trabalhadores que estão tendo cortes no salario em função da greve e impedidos de repor. Até onde vai a necessidade de Damião de atacar os trabalhadores em educação?

A taxa negocial ou assistencial tem previsão legal, para servidores públicos não há um instrumento que obrigue a prefeitura a efetuar o desconto, mas também não há nada que a desautorize.

A entidade sindical, seguindo o que foi votado pela categoria, seguiu todos os trâmites: colocou a discussão em plenária de representantes; chamou assembleia com possibilidade de ampla participação e pauta previamente divulgada; submeteu a proposta a assembleia e os valores; abriu prazo de 15 dias para envio de carta de desaprovação do desconto, facilitou o envio das cartas, enviou à prefeitura em tempo hábil a lista com todas as cartas e ainda informou que para aposentados que não estão mais em escolas abriria prazo para requerer a devolução do desconto, uma vez que a comunicação seria mais difícil.
Divulgou que a única finalidade do desconto seria ajuda a trabalhadores que tiveram o salário cortado e não puderam repor.

O desconto seria de 1% do salário em parcela única, conforme deliberado em assembleia.

Ainda assim a prefeitura achou por bem não efetuar o desconto. Nem a solidariedade entre os trabalhadores é suportável pelo prefeito Álvaro Damião, que para se apoderar dos recursos da educação para benefício próprio está disposto a qualquer coisa.

No início de agosto faremos novamente a discussão com a categoria e veremos novas formas de ação solidária.