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	<title>Solidariedade &#8211; Sind-REDE/BH</title>
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	<description>Somos parte de uma rede que não se rompe e não se deixa abater!</description>
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	<title>Solidariedade &#8211; Sind-REDE/BH</title>
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		<title>Moção de solidariedade aos povos atingidos pelas guerras em curso no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[A diretoria colegiada do Sind-REDE/BH manifesta sua solidariedade internacionalista aos povos que, neste momento, sofrem as consequências brutais das guerras [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/Forced_Displacement_of_Gaza_Strip_Residents_During_the_Gaza-Israel_War_23-25-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-30231" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/Forced_Displacement_of_Gaza_Strip_Residents_During_the_Gaza-Israel_War_23-25-1024x576.jpg 1024w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/Forced_Displacement_of_Gaza_Strip_Residents_During_the_Gaza-Israel_War_23-25-500x281.jpg 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/Forced_Displacement_of_Gaza_Strip_Residents_During_the_Gaza-Israel_War_23-25-768x432.jpg 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/Forced_Displacement_of_Gaza_Strip_Residents_During_the_Gaza-Israel_War_23-25.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Deslocamento forçados na Faixa de Gaza durante os ataques de Israel entre 2023 e 2025. Foto: Jaber Jehad Badwan/Wikimedia Commons</figcaption></figure>



<p></p>



<p>A diretoria colegiada do Sind-REDE/BH manifesta sua solidariedade internacionalista aos povos que, neste momento, sofrem as consequências brutais das guerras e das disputas geopolíticas que se intensificam em diversas regiões do planeta.</p>



<p>Os trabalhadores e trabalhadoras em educação de Belo Horizonte reafirmam um princípio do movimento sindical e popular: nossa solidariedade é dirigida aos povos, nunca aos governos ou às potências militares. Partimos da perspectiva da independência de classe, recusando alinhar-nos a projetos imperialistas ou a regimes autoritários. Defendemos, acima de tudo, o direito à autodeterminação dos povos e à paz com justiça social.</p>



<p>No Oriente Médio, assistimos a uma escalada dramática da guerra após os ataques militares conjuntos de Estados Unidos e Israel contra o Irã em fevereiro de 2026, que desencadearam uma nova onda de conflitos regionais e milhares de vítimas. Relatos apontam para centenas de mortos e para o aprofundamento da instabilidade em toda a região. Ao mesmo tempo, a guerra já se expandiu para outros territórios, atingindo povos do Líbano, da Síria, do Iraque e do Iêmen, além de provocar ataques e ameaças a navios civis no estratégico Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio mundial.</p>



<p>Expressamos nossa solidariedade ao povo iraniano, que sofre os efeitos diretos da guerra e dos bombardeios. Nenhum povo deve pagar com sua vida e sua dignidade pelas disputas geopolíticas entre Estados e blocos militares.<br>Reafirmamos também a nossa solidariedade irrestrita ao povo palestino, especialmente à população de Gaza, que enfrenta a mais graves crise humanitária do século XXI. A destruição massiva de cidades, a morte de dezenas de milhares de civis e o deslocamento forçado de milhões de pessoas configuram um claro processo de genocídio e limpeza étnica.</p>



<p>Da mesma forma, expressamos solidariedade ao povo ucraniano, que continua enfrentando uma guerra devastadora marcada pela ocupação militar russa de partes do seu território e pela destruição de cidades, infraestrutura e vidas humanas.<br>Diante desse cenário, denunciamos a apatia e a hipocrisia de grande parte das lideranças globais, incapazes de construir caminhos efetivos para o cessar-fogo, para a solução política dos conflitos e para a garantia dos direitos dos povos.</p>



<p>Também nos preocupa profundamente a crescente ingerência dos Estados Unidos sobre os países da América Latina, que resgata práticas históricas de intervenção e pressão política que remetem a uma reedição da Doutrina Monroe. Nos últimos meses, multiplicaram-se sinais de ameaça e desestabilização na região, incluindo pressões contra Venezuela, Cuba e Colômbia, o que representa um risco à soberania dos povos latino-americanos.</p>



<p>O Sind-REDE/BH reafirma que a guerra não serve aos povos, serve apenas aos interesses das potências imperialistas, que disputam territórios, recursos naturais e zonas de influência política e econômica. Os bilhões que são destinados à destruição poderiam ser utilizados para uma verdadeira transformação social dos países periféricos, com investimentos diretos em educação, saúde, moradia e políticas sociais para o fim da fome e da pobreza no mundo.</p>



<p><strong>Por isso, defendemos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cessar-fogo imediato em todos os conflitos em curso;</li>



<li>Fim dos ataques contra populações civis;</li>



<li>Direito de autodeterminação dos povos, sem ocupações militares ou intervenções imperialistas;</li>



<li>Solidariedade internacional entre trabalhadores e povos como caminho para a paz e a justiça.</li>
</ul>



<p>Enviamos nossa solidariedade aos povos que resistem à guerra e reafirmamos: somente a luta dos povos, com independência de classe e cooperação internacional, poderá construir um mundo de paz, com democracia, superação das desigualdades e dignidade humana para todos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH</strong></p>
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		<title>Sind-REDE/BH manifesta solidariedade à greve dos trabalhadores em educação da rede estadual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Franco David]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sind-REDE/BH) manifesta sua solidariedade à greve dos [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/sindute-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-30228" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/sindute-1024x682.jpg 1024w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/sindute-500x333.jpg 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/sindute-768x512.jpg 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/sindute-600x400.jpg 600w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/sindute.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Assembleia dos trabalhadores da Rede Estadual. Foto: Reprodução &#8211; Sind-UTE/MG</figcaption></figure>



<p>O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sind-REDE/BH) manifesta sua solidariedade à greve dos trabalhadores e trabalhadoras em educação da rede estadual de Minas Gerais, iniciada no dia 4 de março e organizada pelo Sind-UTE/MG.</p>



<p>A mobilização da categoria expressa uma luta legítima em defesa da valorização profissional e da educação pública. Entre as reivindicações centrais da Campanha Salarial Educacional 2026 está a reposição de <strong>41,83%, referente às perdas salariais acumuladas entre 2019 e 2025</strong>, além da aplicação do reajuste do piso nacional no primeiro nível da carreira do magistério e de outras medidas voltadas à valorização dos profissionais da educação e à melhoria das condições de trabalho nas escolas estaduais.</p>



<p>Em assembleia realizada em Belo Horizonte, a categoria decidiu pela continuidade da greve e aprovou um calendário de mobilizações que inclui atos públicos, audiência pública e novas assembleias para avaliação do movimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Repúdio às práticas antissindicais</h2>



<p>O Sind-REDE/BH também repudia as práticas antissindicais adotadas pelo governo estadual de Romeu Zema (Novo) na tentativa de enfraquecer a mobilização da categoria.</p>



<p>Entre as medidas denunciadas pelo sindicato estadual está a tentativa de substituição de professores em greve por contratações temporárias em escolas da rede estadual. A prática é vedada pela Lei nº 7.783/1989, que regula o direito de greve no país. Após intervenção do Sind-UTE/MG, a medida foi suspensa.</p>



<p>Além disso, o governo estadual vem adotando outras iniciativas de caráter intimidatório, como ameaças de corte de ponto, pressões administrativas e declarações públicas que buscam deslegitimar o movimento grevista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Defesa da educação pública</h2>



<p>Para o Sind-REDE/BH, a greve da Rede Estadual expressa uma luta que ultrapassa as reivindicações salariais. Trata-se também de um enfrentamento às políticas de desvalorização dos profissionais da educação, à precarização das condições de trabalho e aos projetos de privatização e terceirização da escola pública.</p>



<p>Entre as preocupações da categoria está o projeto de concessão de dezenas de escolas estaduais à iniciativa privada, medida que representa um grave risco para a gestão pública da educação.</p>



<p>O Sind-REDE/BH reafirma que a <strong>solidariedade entre os trabalhadores em educação é fundamental para enfrentar políticas de austeridade e ataques aos serviços públicos</strong>. A entidade defende que o governo estadual abra imediatamente negociação com a categoria, respeite o direito constitucional de greve e apresente respostas concretas às reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras da rede estadual.</p>
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		<title>Após mais de três anos de luta, metalúrgicos da Avibras conquistam acordo e retomada da produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 16:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CSP-Conlutas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[Após mais de três anos de mobilização e resistência, a greve dos trabalhadores da Avibras Indústria Aeroespacial chegou ao fim [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="901" height="500" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/7fe589819e17e6e531b8_990x500_0_0_1_1.jpg" alt="" class="wp-image-30222" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/7fe589819e17e6e531b8_990x500_0_0_1_1.jpg 901w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/7fe589819e17e6e531b8_990x500_0_0_1_1-500x277.jpg 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/7fe589819e17e6e531b8_990x500_0_0_1_1-768x426.jpg 768w" sizes="(max-width: 901px) 100vw, 901px" /><figcaption class="wp-element-caption">Em salão lotado, trabalhadores da Avibras aprovam proposta &#8211; Foto: Roosevelt Cássio</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Após mais de três anos de mobilização e resistência, a greve dos trabalhadores da Avibras Indústria Aeroespacial chegou ao fim nesta quarta-feira (11/03), após assembleia realizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.</p>



<p>Por unanimidade, os trabalhadores aprovaram a proposta de pagamento da dívida trabalhista acumulada pela empresa, encerrando uma paralisação que durou 1.280 dias e se tornou uma das mais longas e emblemáticas da história recente do movimento operário no país. Uma importante vitória não apenas para a categoria, mas para a classe trabalhadora no país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pagamento de R$ 230 milhões</h2>



<p>A proposta aprovada prevê o pagamento de cerca de R$ 230 milhões em dívidas trabalhistas acumuladas ao longo da crise da empresa. Segundo divulgou o Sindicato, o valor será quitado por meio de um plano de parcelamento que varia de 12 a 48 vezes, de acordo com a faixa salarial dos trabalhadores. Ao todo, cerca de 1.400 pessoas têm valores a receber.</p>



<p>Como parte do processo de reestruturação da empresa, os 850 trabalhadores que ainda permanecem registrados na fábrica serão desligados formalmente, com o pagamento das verbas conforme o plano aprovado. Em seguida, a empresa deverá realizar cerca de 450 recontratações para a retomada das atividades.</p>



<p>De acordo com o Sindicato, o processo de demissões, homologações e novas contratações deve ocorrer entre março e abril, com previsão de retomada da produção já no próximo mês.</p>



<p>Na mesma assembleia também foi escolhido o representante dos trabalhadores no conselho responsável por acompanhar a reestruturação da empresa. Por ampla maioria, foi eleito o diretor do Sindicato Sérgio Henrique Machado.</p>



<p>O desfecho da greve e o acordo foram possíveis após uma decisão judicial importante. Na terça-feira (10), o Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou recursos apresentados por credores ligados ao mercado financeiro que buscavam anular o plano alternativo de recuperação judicial da empresa. Caso os recursos fossem aceitos, o plano de retomada da Avibras poderia ser comprometido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma das greves mais longas do país</h2>



<p>A crise da empresa e a mobilização dos trabalhadores remontam a março de 2022, quando a direção da Avibras anunciou a demissão de 420 trabalhadores (medida posteriormente suspensa) e entrou com pedido de recuperação judicial.</p>



<p>A partir daquele momento, a situação financeira da empresa se agravou e os salários passaram a sofrer atrasos sucessivos, levando os trabalhadores a iniciar a greve em 9 de setembro de 2022.</p>



<p>Durante esse período, muitos trabalhadores chegaram a permanecer mais de 30 meses sem receber salários, enfrentando enormes dificuldades para sustentar suas famílias. Mesmo diante desse cenário, a mobilização se manteve graças à forte organização coletiva conduzida pelo Sindicato, que é filiado à CSP-Conlutas e esteve à frente das assembleias, mobilizações e negociações ao longo de todo o processo.</p>



<p>Segundo Weller Gonçalves, presidente do Sindicato, a assembleia que aprovou o acordo representa um marco histórico na trajetória da entidade e da própria categoria.</p>



<p>“Esta é uma assembleia histórica para o Sindicato. Ao longo de quatro anos, o Sindicato organizou os trabalhadores para uma luta que também deveria ser do governo federal, estadual e municipal, mas em nenhum momento tivemos esse apoio. Foi um período muito difícil para os trabalhadores, que ficaram mais de 30 meses sem salário e sem o suporte do Estado. Cada um dos lutadores merece o reconhecimento pela força e resistência”, declarou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma luta também em defesa da soberania e da indústria nacional</h2>



<p>A mobilização dos trabalhadores da Avibras ultrapassou a defesa imediata dos salários e dos empregos. Ao longo de toda a greve, também esteve presente o debate sobre o caráter estratégico da empresa para o país. Considerada uma das principais empresas da indústria de defesa brasileira, a Avibras representa um importante polo de desenvolvimento tecnológico e industrial.</p>



<p>Mesmo com essa importância, os trabalhadores enfrentaram praticamente sozinhos a luta pela sobrevivência da empresa e pela garantia dos empregos. Ao longo de toda a crise, governos federal, estadual e municipa, praticamente, nada fizeram para socorrer os trabalhadores e para construir uma saída que preservasse os postos de trabalho e garantisse a continuidade da produção.</p>



<p>O Sindicato defende que a manutenção da empresa e de sua capacidade produtiva também está ligada à defesa da soberania nacional e à preservação de um setor estratégico da indústria brasileira, que deveria ser estatizado, sem estar submetido aos interesses de países imperialistas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vitória construída pela organização e pela luta</h2>



<p>A empresa passará agora por um processo de reestruturação sob nova direção. Em julho de 2025, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a destituição do antigo proprietário, João Brasil Carvalho Leite, e homologou a transferência de 99% das ações da empresa para o Brasil Crédito Gestão Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, credor da Avibras.</p>



<p>O encerramento da greve representa, portanto, o resultado de uma longa batalha travada pelos trabalhadores em defesa de seus salários, empregos e da própria existência da empresa.</p>



<p>Mais do que o fim de uma paralisação, o acordo aprovado simboliza uma vitória construída com organização, solidariedade e resistência coletiva.</p>



<p>A CSP-Conlutas esteve ao lado dos trabalhadores durante toda essa trajetória, apoiando as mobilizações e denunciando a situação enfrentada pelos metalúrgicos. Para a central, a experiência da Avibras reafirma que a organização e a luta coletiva seguem sendo instrumentos fundamentais da classe trabalhadora na defesa de seus direitos, de seus empregos e da soberania nacional.</p>



<p><strong>Parabéns aos trabalhadores/as da Avibras! Viva a luta da classe trabalhadora!</strong></p>



<p><strong>Com informações:</strong> Sindmetalsjc</p>
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		<title>Sind-REDE manifesta total apoio à greve dos trabalhadores em educação da rede pública de Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jadilson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sind-REDE manifesta seu total apoio à greve dos trabalhadores em Educação da Rede Pública de Minas Gerais, que teve [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/photo_2026-02-26_18-47-53-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-30080" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/photo_2026-02-26_18-47-53-1024x682.jpg 1024w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/photo_2026-02-26_18-47-53-500x333.jpg 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/photo_2026-02-26_18-47-53-768x512.jpg 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/photo_2026-02-26_18-47-53-600x400.jpg 600w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/03/photo_2026-02-26_18-47-53.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>O Sind-REDE manifesta seu total apoio à greve dos trabalhadores em Educação da Rede Pública de Minas Gerais, que teve início ontem (04/03).</p>



<p>Após dois mandatos do governo Romeu Zema (Novo), a Educação de Minas Gerais enfrenta uma dura política de arrocho salarial que já resultou em perdas de mais de um terço do poder de compra de categoria da educação no estado.</p>



<p>O governo Zema tem retirado, mês após mês, valores significativos dos salários da educação. São diferenças que ultrapassam mil, dois mil e até três mil reais mensais, dependendo do cargo, recursos que fazem falta na mesa do trabalhador e da trabalhadora, no sustento das famílias e na dignidade profissional.</p>



<p>Os trabalhadores e as trabalhadoras da educação decidiram: a luta pela educação pública e pela valorização profissional vai ganhar as ruas! O calendário de lutas foi aprovado em assembleia que deflagou a greve que teve início ontem (04/03).</p>



<p>Não se trata apenas de números. Trata-se de respeito, valorização e compromisso com a educação pública de qualidade. <strong>Sem trabalhadores valorizados, não há educação forte.</strong></p>



<p>O Sind-REDE reafirma sua solidariedade à categoria e seguirá ao lado dos trabalhadores da educação pública estadual na construção de uma mobilização forte, unitária e combativa!</p>



<p></p>
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		<title>Em pleno Ramadã, Israel ataca Palestinos em Jerusalém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="920" height="613" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/AA-20260217-40586704-40586695-THE_FIRST_TARAWEEH_PRAYER_PERFORMED_AT_ALAQSA_MOSQUE-1.webp" alt="" class="wp-image-29901" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/AA-20260217-40586704-40586695-THE_FIRST_TARAWEEH_PRAYER_PERFORMED_AT_ALAQSA_MOSQUE-1.webp 920w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/AA-20260217-40586704-40586695-THE_FIRST_TARAWEEH_PRAYER_PERFORMED_AT_ALAQSA_MOSQUE-1-500x333.webp 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/AA-20260217-40586704-40586695-THE_FIRST_TARAWEEH_PRAYER_PERFORMED_AT_ALAQSA_MOSQUE-1-768x512.webp 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/AA-20260217-40586704-40586695-THE_FIRST_TARAWEEH_PRAYER_PERFORMED_AT_ALAQSA_MOSQUE-1-600x400.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption class="wp-element-caption">Muçulmanos realizam a primeira oração de Taraweeh do Ramadã no pátio do Haram al-Sharif, na Mesquita de Al-Aqsa, na Cidade Velha de Jerusalém, em 17/02/2026. Foto: Mostafa Alkharouf – Agência Anadolu</figcaption></figure>



<p>No primeiro dia do Ramadã, no horário da quebra do jejum (Iftar), as forças de ocupação israelenses bloquearam deliberadamente a principal estrada em Kufor Aqab para obstruir e reduzir o número de fiéis palestinos que tentavam chegar à Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, para as orações.</p>



<p>Além disso, dispararam gás lacrimogêneo e munição real contra os palestinos. Uma casa palestina foi incendiada em Kufor Aqab, devido ao intenso uso de gás lacrimogêneo, e vários palestinos ficaram feridos.</p>



<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DU6LAj-EXCt/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DU6LAj-EXCt/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DU6LAj-EXCt/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Um post compartilhado por CSP-Conlutas (@cspconlutas)</a></p></div></blockquote>
<script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>



<p>Durante o Ramadã, o mês sagrado para o islamismo, os muçulmanos abstêm-se de comer desde o amanhecer até o pôr do sol. A rotina muda com o jejum (sawm), orações noturnas especiais (Taraweeh) e refeições feitas antes da alvorada (Suhoor) e após o pôr do sol (Iftar)</p>



<p>Nesta semana, o Serviço Prisional Israelense (IPS) também iniciou preparativos logísticos para implementar um projeto de lei que prevê execuções de prisioneiros palestinos. As instalações estão sendo preparadas e os funcionários treinados para aplicar as punições.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Apuração da Al Jazeera indica uso de armamento proibido que desintegra corpos em Gaza</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="464" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/image-1024x464.png" alt="" class="wp-image-29902" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/image-1024x464.png 1024w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/image-500x227.png 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/image-768x348.png 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/02/image.png 1138w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Uma mãe palestina corre para encontrar seu filho e o marido, após mais um bombardeio atingir uma escola na cidade de Gaza, capital do enclave. Ela encontra o companheiro ferido, mas a criança desapareceu após uma forte explosão.</p>



<p>A cena angustiante não é ficção. Ela ocorreu com Yasmin Mahani, em agosto de 2024, mas seu depoimento tomou notoriedade no início de fevereiro, após a emissora Al Jazeera divulgar o uso por Israel de um arsenal proibido: as bombas termobáricas.</p>



<p>A investigação da imprensa, em conjunto com a Defesa Civil Palestina, aponta que ao menos 2.842 palestinos “evaporaram” desde outubro de 2023, como consequência dos explosivos que de tão potentes deixam apenas resquícios de sangue e carne.</p>



<p>Especialistas e testemunhas atribuíram essa situação ao uso sistemático das armas térmicas e termobáricas proibidas internacionalmente, capazes de gerar temperaturas superiores a 3.500 graus Celsius.</p>



<p>As termobáricas têm composições químicas específicas que atuam como se desintegrassem a matéria, transformando o corpo em cinzas em questão de segundos. Essas armas dispersam uma nuvem de combustível que se inflama e cria um efeito de vácuo.</p>



<p>“Quando a matéria é exposta a energia superior a 3.000 graus, combinada com pressão e oxidação extremas, os fluidos corporais entram em ebulição instantaneamente. Os tecidos vaporizam e se transformam em cinzas”, explica o Dr Munir al-Bursh, diretor-geral do Ministério da Saúde de Gaza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Armamento dos EUA</h2>



<p>O estudo também determinou que os armamentos utilizados para “desaparecerem” com os palestinos são de três tipos e todos fabricados nos Estados Unidos. São as bombas MK-84 ‘Hammer’, a BLU-109 (desenhada para destruir bunkers) e a GBU-39.</p>



<p>BLU-109 foi utilizada em um ataque na área desértica do al-Mawasi, que Israel havia declarado “zona segura” para palestinos deslocados em setembro de 2024. Esta bomba evaporou 22 pessoas.</p>



<p>Com um revestimento de aço e um fusível de retardo, este projétil primeiro enterra-se no solo antes de detonar uma mistura explosiva que cria uma grande bola de fogo dentro de espaços fechados, incinerando tudo ao seu alcance, no caso as tendas palestinas.</p>



<p>Mesmo frente à tamanha brutalidade, Israel segue impune de seus crimes de guerra, especialmente pelo poder de veto que os EUA possuem na ONU, impedindo que qualquer sanção contra o estado sionista seja aplicada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meta boicota conteúdo da CSP-Conlutas</h2>



<p>A CSP-Conlutas tem denunciado em larga escala o genocídio que Israel comete contra o povo palestino em suas redes sociais e, no início do mês, teve uma de suas publicações derrubadas pela Meta (empresa que administra o Facebook e o Instagram).</p>



<p>O vídeo em questão mostrava o resultado de um bombardeio israelense cometido no início de fevereiro, que assassinou 21 palestinos. Nossa Central teve o vídeo censurado e recebeu um aviso de novas possíveis punições caso o conteúdo fosse repostado.</p>



<p>É fundamental denunciarmos a conivência e o suporte que as empresas de comunicação tem dado ao genocídio, em especial, no esforço de calar as contas que denunciam os crimes sionistas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nova flotilha irá partir em março</h2>



<p>A nova missão da Global Sumud Flotilha, que visa levar ajuda humanitária à Gaza, já tem uma data para zarpar. No dia 29 de março, milhares de pessoas de centenas de países darão novamente uma resposta coordenada e não violenta ao genocídio palestino.</p>



<p>Partindo de portos ao redor do mundo e também com comboios terrestres, a missão reunirá mais de 1 mil médicos, enfermeiros e profissionais de saúde, além das tradicionais doações de alimentos, remédios, vestimentas, itens de higiene, etc.</p>



<p>A CSP-Conlutas se orgulha de ter sido a única central sindical brasileira com representação na Flotilha realizada em 2025 e apoiará novamente esta iniciativa.</p>



<p><strong>A Palestina deverá ser livre da ocupação, do Rio ao Mar!</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>MOÇÃO DE REPÚDIO AO ATAQUE IMPERIALISTA DOS EUA CONTRA A VENEZUELA E DE SOLIDARIEDADE AO POVO VENEZUELANO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 15:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Municipal de Belo Horizonte – Sind-REDE/BH vem, por meio desta moção, manifestar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Municipal de Belo Horizonte – Sind-REDE/BH vem, por meio desta moção, manifestar seu mais veemente repúdio ao ataque imperialista promovido pelos Estados Unidos da América contra a República Bolivariana da Venezuela, ocorrido na madrugada do dia 03 de janeiro, configurando mais uma grave violação ao direito internacional, à autodeterminação dos povos e à soberania nacional venezuelana.</p>



<p>Tal agressão insere-se em uma longa história de intervenções, sanções, bloqueios econômicos, ameaças militares e ações desestabilizadoras promovidas pelo imperialismo estadunidense contra países que despertam os interesses econômicos dos Estados Unidos e não tem uma política completamente aliada ao governo Trump. Trata-se de uma ofensiva que atinge diretamente o povo venezuelano, aprofunda a instabilidade regional e coloca em risco a paz na América Latina e no Caribe.</p>



<p>As declarações do próprio Trump ao longo desde o dia 3 deixam claro que os objetivos da intervenção na Venezuela e sequestro de Maduro, tem por único objetivo o controle do Petróleo Venezuelano.</p>



<p>O Sind-REDE/BH reafirma seu irrestrito apoio ao povo venezuelano, à sua capacidade de decidir livremente os rumos de seu país e repudia qualquer forma de intervenção externa, seja ela militar, econômica, política ou diplomática.</p>



<p>Diante da gravidade da situação, o Sind-REDE/BH exige:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A retirada imediata dos navios de guerra e de qualquer aparato militar dos Estados Unidos do mar territorial da Venezuela e do Caribe, cessando toda e qualquer ameaça à soberania militar, econômica e política venezuelana;</li>



<li>O retorno imediato e em segurança do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa ao território venezuelano;</li>



<li>A retirada imediata dos navios de guerra e de qualquer aparato militar dos Estados Unidos do mar territorial da Venezuela e do Caribe, cessando toda e qualquer ameaça à soberania venezuelana.</li>
</ul>



<p>O Sind-REDE/BH exige do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma atuação firme, pública e imediata, por meio da diplomacia brasileira e dos organismos internacionais, no sentido de condenar o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, defender a soberania venezuelana, exigir o respeito ao direito internacional e atuar ativamente para impedir qualquer escalada militar ou intervenção imperialista na região. O Brasil, como país soberano e comprometido historicamente com a paz e a integração latino-americana, não pode se omitir diante de tamanha agressão.</p>



<p>Esta moção expressa também nossa plena solidariedade internacionalista ao povo venezuelano, que mais uma vez se vê alvo da violência imperialista, e reafirma que nenhum povo deve ser submetido à força, à chantagem ou à dominação externa.</p>



<p>O Sind-REDE/BH faz um chamado urgente aos movimentos sociais, sindicais, populares, estudantis, aos partidos de esquerda e às organizações democráticas para que se mobilizem de forma ampla, unitária e permanente em defesa da soberania da Venezuela, da paz entre os povos e contra toda forma de agressão imperialista.</p>



<p>Por fim, o Sind-REDE/BH convoca a população brasileira a ocupar as ruas, a levantar sua voz e sua luta em defesa do povo venezuelano, da soberania nacional dos povos latino-americanos e caribenhos, e contra qualquer ataque imperialista, reafirmando que a solidariedade entre os povos é uma arma fundamental na luta por justiça, democracia e autodeterminação.</p>



<p>Nesta segunda feira, dia 05/01 participaremos do ato em Belo Horizonte, concentração as 16:30 na Praça Sete.</p>



<p>Viva a solidariedade internacionalista!<br>Viva o povo venezuelano!<br>Abaixo o imperialismo!</p>



<p><em>Belo Horizonte, 03 de janeiro de 2026.</em></p>



<p><strong>Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="820" height="1024" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/01/Card-Ato-Trump-tire-as-maos-da-Venezuela--820x1024.png" alt="" class="wp-image-29759" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/01/Card-Ato-Trump-tire-as-maos-da-Venezuela--820x1024.png 820w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/01/Card-Ato-Trump-tire-as-maos-da-Venezuela--400x500.png 400w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/01/Card-Ato-Trump-tire-as-maos-da-Venezuela--768x959.png 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/01/Card-Ato-Trump-tire-as-maos-da-Venezuela-.png 1081w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /></figure>
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		<title>Greve nacional dos Correios começa em sete estados e pode se ampliar nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Franco David]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 18:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[Teve início na noite desta terça-feira (16/12) a greve nacional dos trabalhadores dos Correios. A paralisação por tempo indeterminado, entrou [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="460" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/12/Correios-CUT.jpeg" alt="" class="wp-image-29666" style="width:840px;height:auto" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/12/Correios-CUT.jpeg 700w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/12/Correios-CUT-500x329.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p></p>



<p>Teve início na noite desta terça-feira (16/12) a greve nacional dos trabalhadores dos Correios. A paralisação por tempo indeterminado, entrou em vigor às 22h e já atinge sete estados, sendo eles Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Ceará e Paraíba. Em São Paulo, a greve também foi aprovada pela base em diversas cidades, mesmo contra a orientação da direção do sindicato estadual.</p>



<p>Além dos estados em greve, outros 12 sindicatos deliberaram pela manutenção do estado de greve, sinalizando mobilização permanente e possibilidade de adesão ao movimento nos próximos dias. Estão nessa condição Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Roraima, Santa Maria (RS), Juiz de Fora (MG) e Bauru (SP).</p>



<p>A categoria cobra da direção da estatal a apresentação de uma proposta concreta de reajuste salarial, com reposição da inflação, e a manutenção de benefícios históricos do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), como o adicional de 70% nas férias, o pagamento de 200% para o trabalho aos finais de semana e o benefício de fim de ano conhecido como “vale-peru”, no valor de R$ 2.500.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crise da empresa não pode ser paga pelos trabalhadores</h2>



<p>Os Correios alegam que a situação financeira da estatal impede a concessão das reivindicações. A empresa acumula prejuízo de R$ 6,1 bilhões entre janeiro e setembro e tenta viabilizar um plano de reestruturação, que inclui a análise, no Ministério da Fazenda, de um pedido de empréstimo de R$ 12 bilhões. Uma tentativa anterior, de R$ 20 bilhões com garantia do Tesouro Nacional, foi rejeitada.</p>



<p>Os trabalhadores, no entanto, rebatem o argumento e afirmam que não são responsáveis pela crise da empresa e não podem ser sacrificados por ela. Denunciam a intensificação da precarização do trabalho, jornadas excessivas, sobrecarga física e emocional e salários defasados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mediação no TST sem acordo e tensão com o governo</h2>



<p>O impasse se arrasta desde julho, quando venceu o atual ACT, negociado ainda pela gestão anterior da estatal. Desde então, o acordo vem sendo sucessivamente prorrogado sem avanços reais nas negociações.</p>



<p>Desde a última quinta-feira (11/12), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) vem conduzindo reuniões de mediação entre as entidades sindicais e a direção dos Correios. Foram duas audiências na semana passada, uma na segunda-feira (15/12) e outras duas nesta terça-feira (16/12). Na última rodada, a empresa apresentou proposta de reajuste pela inflação e cedeu em alguns pontos, mas manteve a retirada do “vale-peru”, o que levou à rejeição da proposta pelas assembleias. A empresa também insistiu na mudança do regime de trabalho para 12 por 36, proposta já recusada anteriormente pelos trabalhadores.</p>



<p>Além disso, a direção da empresa insiste em mudanças consideradas gravíssimas pela categoria, como a redução do adicional de férias, alterações no plano de saúde, que deixará de ser mantido pela empresa, e o encerramento da entrega matutina.</p>



<p>A tensão aumentou após declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que afirmou não haver garantia de recursos sequer para o pagamento do décimo terceiro salário.</p>



<p>O ministro da Casa Civil, Rui Costa, ainda ameaçou avançar com o processo de privatização dos Correios caso os trabalhadores decidissem pela greve. Uma chantagem imoral e antissindical que contradiz declarações anteriores do próprio governo Lula em oposição ao processo de privatização da estatal.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mobilização em Minas Gerais</h2>



<p>Em Minas Gerais, o SINTECT-MG convocou toda a base para a Assembleia Geral realizada na noite de ontem, na sede da CUT Minas. Na convocatória, o sindicato denunciou o que classifica como total desrespeito da direção dos Correios, que, segundo a entidade, não apresentou proposta econômica, ataca direitos históricos e se recusa a contratar os concursados, além de ignorar as condições reais de trabalho nas unidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estado de greve e unificação das lutas</h2>



<p>Nas assembleias realizadas, a manutenção do estado de greve em diversos estados reforça a tendência de ampliação da paralisação.Geraldinho Rodrigues, diretor da Fentect e integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, criticou as direções que se posicionaram contra a greve. “A base quer o atendimento das reivindicações, como foi mostrado na assembleia de São Paulo. Para isso, passaram por cima da direção do sindicato”, afirmou.</p>



<p>O início da greve dos Correios ocorre em meio à paralisação nacional dos petroleiros do Sistema Petrobras, representando duas greves nacionais que se enfrentam diretamente com o Governo Federal. As greves abrem caminho para a unificação das lutas contra a retirada de direitos, o arrocho salarial e a precarização do trabalho no país. O Sind-REDE/BH manifesta solidariedade aos trabalhadores dos Correios e reafirma sua defesa aos serviços públicos e a necessidade da luta independente de qualquer governo.</p>
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		<title>Sequestro: Israel intercepta Flotilha para impedir ajuda humanitária aos palestinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Franco David]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 13:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Embarcações da Global Sumud Flotilla, que viajavam com mantimentos humanitários para entregar na Faixa de Gaza, foram interceptadas em águas [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="980" height="470" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/image-1.png" alt="" class="wp-image-29160" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/image-1.png 980w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/image-1-500x240.png 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/image-1-768x368.png 768w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></figure>



<p>Embarcações da Global Sumud Flotilla, que viajavam com mantimentos humanitários para entregar na Faixa de Gaza, foram interceptadas em águas internacionais e tiveram a tripulação sequestrada por forças militares de Israel, por volta das 20h30 desta quarta-feira (1/10), no horário local.</p>



<p>A organização da Flotilha informou que os sistemas de comunicação das embarcações foram danificados antes da abordagem, com intuito de interromper as transmissões ao vivo, além de dificultar o envio de sinais de emergência.</p>



<p>Integrante do Setorial Internacional da CSP-Conlutas, o ativista Fábio Bosco acusa de criminosa a ação de do estado sionista. “Com esta ação o que o estado de Israel quer demonstrar é sua intenção em dar continuidade ao genocídio em Gaza ao impedir que o ingresso de ajuda humanitária, seja por terra, seja por ar, seja pelo mar”. De muitas embarcações, os ativistas filmaram a aproximação das forças israelenses e a interceptação. As imagens<em> viralizaram</em> nas redes sociais em todo o mundo.</p>



<p>Mesmo assim, a informação é de que os barcos não interceptados continuam navegando em direção à Gaza, mesmo sem comunicação. Na madrugada desta quinta (02/10), 30 barcos ainda navegavam a caminho de Gaza, a apenas 46 milhas náuticas de distância, apesar das ameaças incessantes da marinha de ocupação israelense. Mas várias delas foram interceptadas entre a madrugada e manhã de hoje: Otaria, Aurora, Yulara e Oxygono.</p>



<p>As informações mais recentes, indicam que quatro embarcações seguem para o enclave, Uma delas, a Mikeno, foi a primeira a atingir águas palestinas. Além dela, seguem com navegação ativa os barcos Marinette; Shireen e Summertime-Jong, que são &#8220;barcos de jurídico&#8221;, carregando advogados.</p>



<p>Nos cinco primeiros barcos interceptados estavam dez brasileiros. Entre eles, o integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Magno de Carvalho e ativista da CSP-Conlutas Bruno Gilga, trabalhador da USP, o ativista Thiago Ávila, que já foi preso em outra flotilha, a deputada federal Luzianne Lins (PT/CE), Mariana Conti, vereadora do PSOL em Campinas e Gabriele Tolotti, presidente estadual do PSOL.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Israel intercepta barcos com Greta Thunberg, brasileiros e ativistas rumo a Gaza; veja o momento" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Horx7UFHTIY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Mundo revida com manifestações contra genocídio Palestino</h2>



<p>Manifestações pelo mundo começaram a se formar com a notícia de este crime contra os direitos internacionais cometido por Israel. Ruas já estavam tomadas na noite de quarta-feira (1) na Itália, Bélgica, Alemanha, Espanha, Turquia. Na Itália, vanguarda das manifestações, uma greve geral está marcada para esta sexta-feira (3), convocada pela CGIL (Confederação Geral Italiana do Trabalho), maior central sindical do país. O movimento estudantil ocupou o colégio Ítalo Calvino, em Gênova, e universidades em Turim.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reação Internacional</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O Brasil</strong> afirmou que acompanha a interceptação com preocupação e que &#8220;deplora a ação militar do governo de Israel, que viola direitos e põe em risco a integridade física de manifestantes em ação pacífica&#8221;</li>



<li><strong>Espanha</strong> convocou encarregada de negócios de Israel para conversa</li>



<li><strong>África do Sul </strong>chama bloqueio de &#8220;grave ofensa&#8221; e pede libertação de cidadãos &#8211; incluindo o neto de Nelson Mandela. Nkosi Zwelivelile Mandela</li>



<li><strong>Reino Unido</strong> diz que está &#8220;muito preocupado&#8221; com a situação e menciona &#8220;crise humanitária horrível&#8221;</li>



<li><strong>Austrália</strong> afirmou que está ciente da detenção de ativistas e pediu &#8220;respeito às leis internacionais.</li>
</ul>
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		<title>Flotilha Global Sumud se aproxima de Gaza sob ameaça de interceptação de Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Franco David]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 16:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A missão internacional de solidariedade ao povo palestino, conhecida como Flotilha Global Sumud, segue a poucas horas de chegar ao [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="820" height="1024" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/556496495_1244435464375534_2013213787886363705_n-820x1024.jpg" alt="" class="wp-image-29146" style="width:840px;height:auto" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/556496495_1244435464375534_2013213787886363705_n-820x1024.jpg 820w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/556496495_1244435464375534_2013213787886363705_n-400x500.jpg 400w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/556496495_1244435464375534_2013213787886363705_n-768x960.jpg 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/556496495_1244435464375534_2013213787886363705_n-1229x1536.jpg 1229w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/10/556496495_1244435464375534_2013213787886363705_n.jpg 1639w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /><figcaption class="wp-element-caption">Bandeira da CSP-Conlutas a bordo do Barco Sirius, que leva os Brasileiros Magno Carvalho e Bruno Gilga. Foto: Reprodução</figcaption></figure>



<p></p>



<p>A missão internacional de solidariedade ao povo palestino, conhecida como <strong>Flotilha Global Sumud</strong>, segue a poucas horas de chegar ao seu destino final: a Faixa de Gaza. Mais de 40 embarcações carregadas com ajuda humanitária desafiam o bloqueio ilegal imposto por Israel há mais de 17 anos. Entre os participantes da missão estão dois representantes da CSP-Conlutas, <strong>Magno de Carvalho e Bruno Gilga</strong>, que vêm enviando relatos diários sobre os momentos de tensão vividos a bordo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">“Zona de guerra”: aproximação final</h2>



<p>Na madrugada de quarta-feira (1/10), a flotilha entrou na chamada “zona de alto risco”, área onde Israel já realizou diversas interceptações de missões semelhantes. De acordo com o capitão do <strong>Sirius</strong>, embarcação onde viajam os representantes brasileiros, faltam cerca de 20 horas de navegação até Gaza.</p>



<p>A pressão militar, no entanto, já é intensa. Durante a noite anterior, navios de guerra e até submarinos israelenses cercaram as embarcações em uma clara tentativa de intimidação. “Na noite passada, a marinha israelense resolveu não deixar a gente dormir. Passou um enorme navio de guerra bem próximo dos nossos barcos, além de um submarino acendendo suas luzes quase na superfície”, relatou Magno de Carvalho.</p>



<p>Apesar da tensão, ele reforçou a confiança da tripulação: “Nos portamos com tranquilidade, cumprindo todos os protocolos que vínhamos treinando, sem falhas. Estamos preparados e com a moral alta. Nossa inspiração é a resistência heroica do povo palestino. Cada vez fica mais claro que a vitória dos palestinos é a vitória de todos os que lutam contra o imperialismo e pela superação do capitalismo. Em frente!”</p>



<p>Bruno Gilga acrescentou que é fundamental intensificar a <strong>mobilização internacional</strong>: “É preciso dar visibilidade à Flotilha e denunciar qualquer tentativa de repressão”.</p>


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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DPRTXU4kQnB/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por CSP-Conlutas (@cspconlutas)</a></p>
</div>
</blockquote>
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<h2 class="wp-block-heading">Pressões diplomáticas e isolamento</h2>



<p>Enquanto isso, cresce a disputa política em torno da missão. Países como <strong>Itália e Espanha</strong>, que inicialmente acompanharam a flotilha com navios militares, recuaram após pressão de Israel e dos Estados Unidos, encerrando a escolta a cerca de 240 km da costa de Gaza. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, chegou a criticar a iniciativa, alegando que poderia “atrapalhar o plano de paz” anunciado por Donald Trump e Benjamin Netanyahu.</p>



<p>Esse suposto “plano de paz” — denunciado como a “paz dos cemitérios” — ignora reivindicações históricas dos palestinos e mantém a colonização e o apartheid. O acordo não prevê sequer o reconhecimento do <strong>Estado Palestino</strong>, relegando às famílias palestinas, que já perderam mais de 66 mil vidas nos últimos dois anos de massacre, apenas a rendição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Solidariedade internacional e apelo ao Brasil</h2>



<p>Diante do risco iminente de interceptação, um abaixo-assinado com mais de <strong>350 assinaturas de artistas, acadêmicos, movimentos sociais e personalidades políticas</strong> pede que o governo Lula adote medidas para proteger os brasileiros a bordo da flotilha. O documento destaca que a missão é <strong>inteiramente pacífica e humanitária</strong>, e que qualquer tentativa de criminalizá-la como “ligada ao Hamas”, como faz o governo sionista de Netanyahu, é uma <strong>acusação mentirosa</strong> para justificar a violência.</p>



<p>Em mensagem enviada nesta terça-feira (30), Magno de Carvalho reforçou:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Isso reduz nossa escolta internacional, mas não altera o nosso compromisso. Repudiamos as falsas acusações e afirmamos que qualquer interceptação, sequestro ou prisão de pessoas é totalmente ilegal. Nosso firme propósito é chegar a Gaza com ajuda humanitária para o povo palestino. O acordo de paz proposto por Trump é absurdo e significa os palestinos abrirem mão de sua terra. Estamos com o povo palestino.”</p>
</blockquote>



<p><iframe loading="lazy" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FCSPConlutas%2Fposts%2Fpfbid028ZuBNtJ6KiqqdpdBW3777c6G3DcjBdpFj1CMfRrcd1LFSbuzkTb247kZvk7FKV12l&amp;show_text=true&amp;width=500" width="500" height="626" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>



<h2 class="wp-block-heading">Resistência e esperança</h2>



<p>A aproximação da flotilha ocorre em meio a um cenário de genocídio, ataques diários e colonização crescente na Cisjordânia e em Gaza. Mesmo assim, a coragem e a solidariedade expressas na Global Sumud mostram que a luta palestina continua a mobilizar trabalhadores, movimentos e povos em todo o mundo.</p>



<p>Do Brasil, o <strong>Sind-REDE/BH reafirma sua solidariedade ativa</strong> com o povo palestino e acompanha com atenção o desenrolar dessa missão. Como destaca Magno de Carvalho, a resistência palestina é também a resistência de todos os povos que lutam contra a opressão e o imperialismo.</p>



<p><strong>Toda solidariedade ao povo palestino!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Acompanhe ao vivo</h2>



<p>A Global Sumud Flotilha está a menos de 200km de Gaza e pode ser interceptada a qualquer momento. Acompanhe ao vivo a transmissão dos barcos e divulgue esta iniciativa.</p>



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		<title>Flotilha a caminho de Gaza é atacada por drones perto da Grécia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Franco David]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 14:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Ontem (23/09), por volta das 20h da noite, horário de Brasília, mas já à 1h da manhã do dia 24/09 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/09/thumbs_b_c_2acecc065ae230e8c02e9f0015e6ac1c.jpg" alt="" class="wp-image-29088" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/09/thumbs_b_c_2acecc065ae230e8c02e9f0015e6ac1c.jpg 1200w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/09/thumbs_b_c_2acecc065ae230e8c02e9f0015e6ac1c-500x333.jpg 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/09/thumbs_b_c_2acecc065ae230e8c02e9f0015e6ac1c-1024x683.jpg 1024w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/09/thumbs_b_c_2acecc065ae230e8c02e9f0015e6ac1c-768x512.jpg 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2025/09/thumbs_b_c_2acecc065ae230e8c02e9f0015e6ac1c-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption class="wp-element-caption">Flotilha Global Sumud saem da Espanha em direção a Palestina. Sumud significa &#8220;perseverança inabalável&#8221;.</figcaption></figure>



<p>Ontem (23/09), por volta das 20h da noite, horário de Brasília, mas já à 1h da manhã do dia 24/09 no oriente médio, a Flotilha Global Sumud, formada por 51 embarcações, com o objetivo de romper o bloqueio imposto por Israel e entregar ajuda humanitária a Gaza, foi atacada pelo exército de Israel perto da costa da Grécia.</p>



<p>Os ataques começaram com sobrevoo de “múltiplos drones”, bloqueio de comunicação, lançamento de bombas no mar, próximo às embarcações. As operações de efeito psicológico foram registradas pelos tripulantes e postadas nas redes sociais ainda no início da noite. Mas, com o passar das horas, os ataques foram escalando e explosões também atingiram embarcações, no total foram registrados 14 ataques de drones, que causaram 11 explosões e danificaram quatro barcos. <strong>(Veja os vídeos abaixo)</strong>.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Flotilha rumo a Gaza sofre novo ataque por drones" width="422" height="750" src="https://www.youtube.com/embed/xUT1yuR9-oc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>O grupo já havia denunciado ataques semelhantes no dia 9 de setembro, perto da Tunísia. Nesta semana, Israel reafirmou que não permitirá a chegada da flotilha ao enclave palestino ou qualquer “ajuda humanitária não autorizada” à Gaza.&nbsp;</p>



<p>Mais de 500 civis de 40 países estão levando alimentos e remédios para Gaza. O Brasil é uma das delegações mais expressivas da flotilha, com a presença de 13 ativistas brasileiros. Os ativistas pedem que governos ao redor do mundo pressionem Israel para garantir o sucesso da missão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Palestina é tema central na ONU</h2>



<p>Nesta semana, diversas nações realizam uma conferência sobre a solução de dois Estados, cujo objetivo é a coexistência pacífica entre um Estado palestino e o Estado israelense, durante a Assembleia da ONU, em Nova York. Na ocasião, Reino Unido, Canadá, Austrália, Portugal e França anunciaram o reconhecimento da Palestina. Hoje, mais de 140 dos 193 Estados-membro da ONU já reconheceram a independência palestina.</p>



<p>Segundo um relatório da ONU, mais de meio milhão de pessoas em Gaza passam fome. Na semana passada, uma Comissão de Inquérito do Comitê de Informação (COI) nas Nações Unidas, admitiu pela primeira vez que o que acontece em Gaza é mesmo um genocídio, com o objetivo de &#8220;destruir os palestinos&#8221; que vivem no território e concluiu a culpa do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e outros funcionários de alto escalão por instigar o crime.</p>



<p>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, classificou a situação em Gaza como &#8220;intolerável&#8221; e disse que uma solução de dois Estados é a única maneira de acabar com a Guerra. Reagindo às críticas, ele disse que a condição de Estado para os palestinos &#8220;é um direito, não uma recompensa&#8221;, “e nada pode justificar a punição coletiva do povo palestino”, acrescentou.</p>



<p>Diante da barbárie que é a atual situação do genocídio palestino, e da reação gerada no mundo todo, a ONU foi forçada a reconhecer o estado Palestino. Contudo o faz com a mesma proposta que gerou o caos existente hoje, desrespeitando a resistência heroica de seu povo. Para o Sind-REDE/BH, a proposta de solução de dois estados, com manutenção do projeto colonialista liderado pelo Sionismo, não representa paz para a região.</p>



<p>A Paz no oriente médio depende do respeito ao território palestino original, do Rio ao Mar. Seguindo as diretrizes de um &#8220;estado unitário&#8221;, com uma &#8220;constituição laica e democrática&#8221;, que garanta &#8220;liberdade de prática religiosa para todos&#8221; e reconhece o direito de judeus, mulçumanos e cristãos em preservar sua língua nativa e seus costumes milenares, como propôs a delegação de governos Árabes em 1946. Sob esses marcos, é papel do povo palestino, sejam árabes ou judeus, definir o seu próprio destino.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Itália envia escolta após Greve Geral em defesa da Palestina</h2>



<p>Na manhã desta quarta-feira (24/09), a Itália enviou um navio da Marinha para o Mediterrâneo Oriental para acompanhar a Flotilha, fornecer escolta e, se necessário, realizar operações de resgate. O Ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, confirmou que a embarcação foi desviada das funções de patrulha da OTAN para essa missão.</p>



<p>A decisão ocorreu após uma histórica Greve Geral de trabalhadores italianos contra o genocídio palestino, ocorrida nesta segunda-feira (22/09). Centenas de milhares de pessoas saíram às ruas em mais de uma centena de cidades italianas. Os atos públicos bloquearam postos e reuniram mais de 50 mil pessoas no centro de Milão. O objetivo dos manifestantes era impedir que a Itália seja usada como ponto de parada para a transferência de armas e outros suprimentos para Israel.</p>



<p>A pressão fez com que Crosetto e a Primeira-Ministra Giorgia Meloni decidissem enviar a embarcação, sobre pretexto de proteção dos cidadãos italianos que estão entre os que viajam com a flotilha. Ontem, Meloni afirmou que poderia reconhecer o estado Palestino, caso o Hamas libertem os reféns que ainda se encontram sob sua custódia.</p>



<p>Em um comunicado, Crosetto condenou os ataques e enfatizou que &#8220;manifestações e protestos devem ser protegidos quando conduzidos em conformidade com o direito internacional e sem recurso à violência&#8221;.</p>



<p>Junto a isso, Trinta e cinco eurodeputados de diferentes espectros políticos (esquerda, verdes, socialistas e liberais) assinaram hoje (24/09) uma carta aos presidentes das instituições e chefe da diplomacia da União Europeia (UE), pedindo que condenem as ameaças à flotilha humanitária que se dirige a Gaza. A nota ressalta que a eurodeputada, e coordenadora do Bloco de Esquerda no parlamento europeu, Mariana Mortágua, de Portugal, integra a Flotilha junto com outras dezenas de ativistas europeus e de todo o mundo.</p>



<p>Especialistas jurídicos observam que o direito internacional impõe a obrigação de agir quando se constata a ocorrência de genocídio. A ação da Itália marca a primeira ação militar direta de um governo ocidental desde que a CIJ decidiu que a campanha israelense em Gaza constitui genocídio.</p>



<p>Segundo publicação dos organizadores da Flotilha, &#8220;a Itália pode muito bem ter acabado de salvar as vidas de todos os participantes da Flotilha Global Sumud. Apelamos ao resto do mundo para que siga o exemplo da Itália&#8221;.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Flotilha humanitária com destino a Gaza alvo de novo ataque com drones e explosões, dizem ativistas" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/c_lGvsfn6v4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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