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	<title>Valorização &#8211; Sind-REDE/BH</title>
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	<description>Somos parte de uma rede que não se rompe e não se deixa abater!</description>
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	<title>Valorização &#8211; Sind-REDE/BH</title>
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		<title>Terceirização cresce enquanto servidores são cada vez menos valorizados no serviço público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Público]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[A expansão da terceirização no serviço público brasileiro tem alterado profundamente as relações de trabalho e a forma como os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A expansão da terceirização no serviço público brasileiro tem alterado profundamente as relações de trabalho e a forma como os recursos públicos são utilizados. Segundo o estudo do ILAESE (Instituto Latino Americano de Estudos Socioeconômicos) de 2025, no município de Belo Horizonte, esse processo aparece de maneira expressiva: desde 2018, os gastos com atividades terceirizadas crescem continuamente, acompanhando o aumento da arrecadação municipal. Em 2024, a prefeitura destinou R$ 5,37 bilhões à terceirização, R$ 542 milhões a mais que no ano anterior. O valor corresponde a mais de 27% da receita total do município.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="635" height="289" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image.png" alt="" class="wp-image-32139" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image.png 635w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-500x228.png 500w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /></figure>
</div>


<p>O crescimento da terceirização ocorre ao mesmo tempo em que diminui, proporcionalmente, a parcela dos recursos destinada aos servidores efetivos. Em Belo Horizonte, os gastos com o quadro efetivo representavam 30,3% da Receita Corrente Líquida em 2018 e passaram para 24,62% em 2024. Enquanto isso, os trabalhadores terceirizados já correspondem a cerca de 41% das despesas com pessoal. Podemos notar uma mudança na composição da força de trabalho do município, com a substituição progressiva de vínculos efetivos por formas mais precárias de contratação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="634" height="363" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-1.png" alt="" class="wp-image-32140" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-1.png 634w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-1-500x286.png 500w" sizes="(max-width: 634px) 100vw, 634px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Educação sente os efeitos</strong></h2>



<p>Na educação, esse processo ganha importância porque envolve diretamente trabalhadores responsáveis pela manutenção e pelo funcionamento de um serviço essencial à população. O aumento das despesas em setores como educação e saúde, observado em 2024, não teve como principal destino os servidores. Segundo a análise do ILAESE, mesmo com o crescimento das receitas municipais, as despesas com os profissionais da educação permanecem percentualmente estagnadas há três anos, sendo que parte do crescimento se deve fundamentalmente à concessão de abonos, e não a ganhos permanentes de remuneração e carreira.</p>



<p>A terceirização também está relacionada à precarização das condições de trabalho. O crescimento dos contratos por tempo determinado, passaram de R$ 3,5 milhões até 2019 para R$ 94,8 milhões em 2024. Esses contratos não oferecem estabilidade e podem estar associados tanto a trabalhadores temporários quanto a cargos comissionados. No setor municipal, a redução aparente da jornada de 44 horas semanais também é relacionada à terceirização: ela não representa necessariamente uma redução efetiva da jornada, mas a transferência de trabalhadores que anteriormente estavam submetidos a esse regime para vínculos terceirizados.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="642" height="311" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-2.png" alt="" class="wp-image-32141" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-2.png 642w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-2-500x242.png 500w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma tendência que atravessa o país</strong></h2>



<p>O fenômeno, entretanto, não está restrito a Belo Horizonte. Em 37 municípios brasileiros podemos indentificar uma tendência semelhante: enquanto a arrecadação cresceu significativamente, as despesas com pessoal perderam participação. Entre 2018 e 2024, a receita dos municípios analisados passou de R$ 191 bilhões para R$ 377 bilhões, um crescimento acumulado de 97,23%. No mesmo período, as despesas com pessoal caíram proporcionalmente, passando de aproximadamente 44% a 45% para 38% a 39%. Em 2024, 32 dos 37 municípios analisados apresentaram redução dessas despesas.</p>



<p>Esse cenário é parte de uma transformação mais ampla do Estado brasileiro, marcada desde a década de 1990 pela adoção de políticas de ajuste fiscal, privatização, transferência de serviços para a iniciativa privada e flexibilização das relações de trabalho. Na esfera municipal, a terceirização aparece como um dos principais mecanismos pelos quais recursos públicos são direcionados ao setor privado. Assim, o avanço desse modelo não significa apenas uma mudança administrativa: representa também uma transformação na vida dos trabalhadores, com vínculos menos estáveis, redução de direitos e maior pressão sobre aqueles que permanecem no serviço público.</p>



<p>A terceirização precariza o serviço público, pois derruba a idoneidade e a democratização proporcionadas pelo concurso público, abrindo espaço para formas de corrupção, como indicações e apadrinhamentos. Além disso, precariza os contratos de trabalho e, consequentemente, compromete a autonomia dos trabalhadores, que deixam de atuar como defensores de um serviço público transparente para se tornarem vítimas de ameaças e assédio, o que também pode abrir portas para práticas de corrupção. Também gera uma elevada rotatividade dos prestadores de serviço, dificultando a formação de vínculos e de uma identidade com a comunidade em que atuam. Isso, por sua vez, fere o direito da população de ser atendida por profissionais cada vez mais experientes e qualificados.</p>



<p>Na educação, saúde e demais serviços essenciais, a discussão ultrapassa, portanto, a questão de quanto o Estado arrecada. O ponto central é saber para onde esses recursos são destinados e quais condições de trabalho são oferecidas a quem executa os serviços públicos. Os dados apresentados indicam que o aumento da arrecadação não tem significado, necessariamente, valorização dos trabalhadores. Ao contrário, a expansão da terceirização ocorre paralelamente à redução relativa dos gastos com servidores efetivos, revelando uma tendência nacional de reorganização do serviço público e das relações de trabalho.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acesse o estudo Os servidores públicos no Brasil <strong><a href="https://ilaese.org.br/wp-content/uploads/2025/11/ILAESE-Estudo-Nacional-Setor-Publico-1.pdf">aqui</a></strong></li>



<li>Acesse o Estudo geral das receitas e despesas da Prefeitura de Belo Horizonte com foco na Educação <strong><a href="https://ilaese.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Belo-Horizonte-Estudo-Geral-2025.pdf">aqui</a></strong></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Sind-REDE/BH cobra solução para liberação do seguro-desemprego de trabalhadores demitidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirizados]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sind-REDE/BH está atuando junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sind-REDE/BH está atuando junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para buscar uma solução para os trabalhadores demitidos que podem enfrentar dificuldades na liberação do seguro-desemprego.</p>



<p>A informação inicialmente repassada ao sindicato pelo MTE, de que os trabalhadores demitidos teriam problemas para acessar o benefício, não procedia. Diante da situação, a direção sindical está buscando, com urgência, alternativas para solucionar o problema.</p>



<p>Entre as medidas discutidas estão a possibilidade de reversão das demissões ou a garantia de liberação do seguro-desemprego. O sindicato também considera a possibilidade de que o benefício seja pago pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) como forma de indenização pelo ocorrido.</p>



<p>Caso as tratativas junto aos órgãos competentes não resultem em uma solução, o Sind-REDE/BH informa que pretende recorrer à Justiça, com pedido de <strong>Antecipação de Tutela</strong>.</p>



<p>Todos os trabalhadores demitidos que preencheram o formulário divulgado anteriormente pelo sindicato já serão incluídos na ação judicial, caso ela seja necessária.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reunião com o MPT</strong></h3>



<p>Está agendada para <strong>2 de setembro de 2026</strong> uma reunião entre o sindicato e o Ministério Público do Trabalho (MPT) para tratar das demissões e das questões relacionadas ao seguro-desemprego.</p>



<p>Novas informações serão divulgadas no grupo destinado aos trabalhadores demitidos assim que houver novidades sobre as negociações e as medidas adotadas.</p>



<p>Os trabalhadores que foram demitidos e ainda não preencheram o formulário divulgado pelo sindicato são orientados a fazê-lo o quanto antes.</p>



<p><strong>Para acessar o formulário clique </strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdThQZSIcYam1vFfYo-jDGO-u6jCgy9AxDeaRq_TdCsHHWK7w/viewform"><strong>AQUI</strong></a><strong>.&nbsp;</strong></p>
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		<item>
		<title>Sind-REDE/BH convoca profissionais a registrar condições de implantação do Sistema Pergamum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bibliotecários]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[Diante dos relatos de arbitrariedades e situações de violência enfrentadas por bibliotecários escolares da Rede Municipal de Belo Horizonte, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Diante dos relatos de arbitrariedades e situações de violência enfrentadas por bibliotecários escolares da Rede Municipal de Belo Horizonte, o Sind-REDE/BH criou um formulário para reunir informações e documentos que possam subsidiar a contestação das medidas adotadas pela Prefeitura.</p>



<p>Entre as situações relatadas pelos profissionais está a cobrança para implantação do Sistema de Bibliotecas Pergamum sem que, segundo os trabalhadores, estejam disponíveis recursos materiais e humanos compatíveis com a realização do processo de automação das bibliotecas escolares.</p>



<p>O sindicato orienta que todos os bibliotecários escolares da Rede Municipal preencham o formulário e registrem, de forma precisa e verdadeira, as condições encontradas em suas unidades para a implantação do sistema.</p>



<p>Além dos relatos, é fundamental anexar documentos e outros registros que possam comprovar as situações informadas, como mensagens de e-mail, fotografias e demais materiais que evidenciem as condições das bibliotecas e as orientações ou cobranças feitas pela Prefeitura.</p>



<p>As informações coletadas serão utilizadas para dar materialidade às denúncias e contribuir para a contraposição às medidas consideradas arbitrárias pelo sindicato.</p>



<p><strong>Bibliotecários escolares da RME-BH podem preencher o formulário clicando </strong><a href="https://forms.gle/qBf6XSeBv82Rb4BT9"><strong>AQUI</strong></a><strong>.</strong></p>
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		<item>
		<title>PELO que garante docência exclusiva de professores concursados na Educação Infantil avança na Câmara de BH </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 19:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CMBH]]></category>
		<category><![CDATA[Concursados]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[A Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO) que altera a Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte para garantir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO) que altera a Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte para garantir que as funções de magistério nas turmas de Educação Infantil em tempo integral sejam exercidas exclusivamente por professoras e professores ocupantes de cargos públicos efetivos, aprovados em concurso público, segue em tramitação na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH).</p>



<p>Em tramitação desde o início deste mês, a proposta estabelece que fica vedada a substituição da atividade docente por profissionais de apoio, monitores, estagiários ou quaisquer outros agentes que não possuam atribuição de magistério.</p>



<p>O próximo passo da tramitação é a formação da Comissão Especial, que será responsável por analisar e emitir parecer sobre o texto. Assim que forem definidos os vereadores e vereadoras que integrarão a comissão, o Sind-REDE/BH divulgará a composição e acompanhará de perto os trabalhos.</p>



<p>O texto será apreciado em Comissão Especial e, posteriormente, votado em dois turnos no plenário da Câmara, com intervalo mínimo de dez dias entre as votações. Para ser aprovada, a proposta precisará do voto favorável de dois terços dos vereadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PL do Reajuste Salarial</strong></h2>



<p>Enquanto acompanha a tramitação da PELO, o Sind-REDE/BH também mantém a cobrança ao governo municipal pelo envio do Projeto de Lei que trata do reajuste salarial da categoria.</p>



<p>Até o momento, a proposta ainda não foi encaminhada à Câmara Municipal. O Sindicato tem cobrado explicações da Prefeitura sobre a demora e seguirá pressionando para que o projeto seja enviado o quanto antes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sind-REDE/BH pressiona SMED para garantir recesso de julho aos trabalhadores terceirizados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirizados]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sind-REDE/BH segue mobilizado para garantir o recesso de julho a todos os trabalhadores terceirizados que atuam nas escolas da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sind-REDE/BH segue mobilizado para garantir o recesso de julho a todos os trabalhadores terceirizados que atuam nas escolas da Rede Municipal de Belo Horizonte.&nbsp;</p>



<p>Após nova cobrança realizada pelo Sindicato, desta vez por telefone, a empresa Artebrilho informou que <strong>não vê impedimentos para conceder o recesso</strong> às trabalhadoras e aos trabalhadores da faxina e da cantina. Segundo a empresa, há concordância com a medida, mas sua implementação depende de um <strong>posicionamento oficial da Secretaria Municipal de Educação (SMED)</strong>.&nbsp;</p>



<p>No caso dos trabalhadores da portaria, a situação permanece diferente. De acordo com a empresa, segue valendo a organização atual, na qual é necessária a substituição do profissional para a concessão de férias ou recesso.&nbsp;</p>



<p>Diante da resposta da ArteBrilho, o Sind-REDE/BH encaminhou novo ofício à SMED, reforçando a cobrança para que a Secretaria autorize formalmente a concessão do recesso. No documento, o Sindicato também reivindica que o recesso seja garantido aos trabalhadores vinculados ao <strong>Caixa Escolar</strong>, assegurando tratamento isonômico aos profissionais que atuam nas unidades escolares durante o período de férias escolares.</p>



<p>Até o momento, porém, <strong>a Prefeitura mantém silêncio</strong> e não respondeu às solicitações do Sindicato.</p>



<p>O recesso de julho é uma reivindicação justa e plenamente viável. Em grande parte das escolas, o período de férias escolares reduz significativamente as atividades, permitindo a organização do trabalho sem prejuízo ao funcionamento das unidades. Além disso, trata-se de uma medida importante para preservar a saúde física e mental dos trabalhadores, que enfrentam uma rotina intensa ao longo de todo o ano letivo.</p>



<p><strong>O Sind-REDE/BH seguirá cobrando uma resposta</strong> da SMED e defendendo que nenhum trabalhador seja privado desse importante período de descanso por falta de decisão da administração municipal.</p>



<p>O Sindicato reafirma que o recesso é uma <strong>medida possível, necessária e um reconhecimento ao trabalho realizado</strong> diariamente por milhares de trabalhadoras e trabalhadores que garantem o funcionamento das escolas da Rede Municipal. A luta continua até que esse direito seja assegurado para todos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O avanço da privatização da educação no Brasil: do leilão de Zema ao desmonte da rede municipal em BH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[A ofensiva contra o direito à educação pública e de qualidade é alarmante em todo o país. Longe de ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ofensiva contra o direito à educação pública e de qualidade é alarmante em todo o país. Longe de ser um problema isolado, o projeto de transformar escolas em mercadoria e fonte de lucro avança e exige atenção e resistência da nossa categoria.</p>



<p>Estados como São Paulo (sob a gestão de Tarcísio de Freitas) e Rio Grande do Sul (com Eduardo Leite) têm vivido greves históricas e enfrentamentos liderados pelos trabalhadores em educação. A pauta nacional é uma só: impedir que bilhões do orçamento público vão para o bolso de empresários.</p>



<p>Em Minas Gerais e em Belo Horizonte, o desmonte se repete.</p>



<p>No plano estadual, o governo Zema-Simões realizou na bolsa de valores (B3) o leilão que entregou a gestão administrativa e a manutenção de 95 escolas públicas à iniciativa privada por 25 anos, usando o falso pretexto de &#8220;modernização e eficiência&#8221;.</p>



<p>Na prática, recursos da educação, que deveriam ser utilizados para valorizar a carreira dos professores e servidores concursados, melhorar a infraestrutura e garantir condições dignas de trabalho, são drenados para gerar lucros.</p>



<p>As consequências desse modelo são conhecidas: fim da autonomia pedagógica, destruição da gestão democrática, precarização dos serviços e risco de demissões em massa de trabalhadores terceirizados que hoje sustentam essas unidades.</p>



<p>Em Belo Horizonte, o processo de privatização se arrasta por anos via terceirização de serviços, escolas construídas via PPPs e com a transferência do atendimento da educação infantil para Organizações da Sociedade Civil.</p>



<p>Agora a gestão de Damião-Natália faz uma nova ofensiva, que apesar de não ser tão explícita quanto do Estado, ainda é muito prejudicial.</p>



<p>O Sind-REDE/BH tem denunciado o &#8220;apagão&#8221; planejado que tenta empurrar a rede municipal para a lógica de mercado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>As Leis 12.046 e 12.047/2026:</strong> sancionadas recentemente pela prefeitura, essas legislações abrem brechas perigosas para ampliar ainda mais a terceirização e para o avanço da iniciativa privada sobre áreas estratégicas da nossa rede, fragmentando o atendimento municipal. A Lei nº 12.046 institui a Política Municipal de Atendimento Integral aos Estudantes com Transtornos de Aprendizagem e permite parcerias com o setor privado para esse suporte, enquanto a Lei nº 12.047 determina a introdução da música clássica e erudita no contraturno das escolas de educação integral.</li>



<li><strong>Parcerias com Organizações da Sociedade Civil (OSCs):</strong> os contratos com as OSCs são utilizados de dupla forma: além de abrir as portas para que a educação pública seja gerida por interesses privados, esse modelo transforma recursos que deveriam ser estritamente pedagógicos em moeda de troca para favorecimentos políticos e clientelismo eleitoral. </li>



<li><strong>Escolas construídas via PPPs: </strong>sob o pretexto de acelerar a entrega de novas unidades e otimizar a manutenção da infraestrutura física, o avanço desse modelo representa, na verdade, a entrega de fatias estratégicas do patrimônio público e do orçamento da educação ao controle empresarial. BH foi pioneira nacional nessa modalidade com as EMEIs (antes chamadas de UMEIs). </li>
</ul>



<p>A privatização da educação básica que se alastra no país não é coisa nova, mas ganha força com um avanço das concepções de ultra direita que se aproveitam de um arcabouço legal construído por diversos governos e da presença e influência de setores privados no MEC, que atua para ampliar as regulamentações que favorecem a atuação privada na educação.</p>



<p>A nossa resposta é a luta!</p>



<p>Não aceitaremos que os direitos da classe trabalhadora e o futuro das nossas crianças virem moeda de troca eleitoral ou que caiam na mão de especuladores, fundos de investimento ou governos intransigentes. A nossa recente greve de 45 dias foi um marco para expor essas contradições e denunciar a política de desmonte da prefeitura para toda Belo Horizonte.</p>



<p>A saída para a crise da educação não virá de contratos de concessão, terceirizações ou parcerias privadas. A solução exige o fortalecimento da escola pública por meio de <strong>concursos públicos, cumprimento integral dos acordos firmados, valorização das carreiras, ampliação dos recursos da educação e garantia de que o dinheiro da educação fique integralmente na educação pública.</strong></p>



<p>Seguiremos firmes, ao lado das entidades nacionais e dos movimentos sociais, combatendo a privatização nas ruas, nas escolas, nos tribunais e nas mesas de negociação.</p>



<p><strong>Educação não é mercadoria!</strong></p>
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		<title>Farra das isenções: governo de MG dá R$ 22 milhões para a família de Zema enquanto a Educação e os serviços públicos definham</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Público]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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<p>O discurso de &#8220;estado quebrado&#8221; do governador Romeu Zema, ex-governador de MG, sempre serviu apenas a um propósito: justificar o arrocho salarial dos servidores públicos e o sucateamento dos serviços essenciais.</p>



<p>Mas a máscara da austeridade cai de vez. Veio a público um escândalo que expõe as prioridades desta gestão: o governo de Minas Gerais concedeu inacreditáveis R$ 22 milhões em isenções de impostos para uma empresa da família do próprio governador.</p>



<p>É o dinheiro dos cofres públicos, que deveria estar nas escolas, na valorização dos trabalhadores da educação, na saúde e na infraestrutura, escorrendo pelo ralo para beneficiar o bolso do clã Zema.</p>



<p>Enquanto a categoria sofre com a falta de estrutura, sobrecarga e precarização constante, o governador usa a máquina pública para garantir privilégios aos seus.</p>



<p><strong>Uma política feita para os bilionários</strong><br>O perdão milionário à família Zema não é um caso isolado, mas o retrato de uma política fiscal que concentra riqueza nas mãos de pouquíssimos.</p>



<p>Dados publicados na terça-feira (23) pelo Portal da Transparência do governo de Minas Gerais divulgou, indicaram a lista de empresas beneficiadas com isenções do ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação). Nela, apenas 20 empresas concentram quase 40% de todas as isenções fiscais do Estado.</p>



<p>Na prática, isso significa que um pequeno clube de grandes empresários está deixando de pagar bilhões em impostos com o aval do governo, e transfere a conta da crise para a classe trabalhadora e para a população mais pobre de Minas Gerais. O Estado não está quebrado; ele está sendo saqueado.</p>



<p><strong>Onde estão as mineradoras?</strong><br>Nessa farra fiscal, chama a atenção um detalhe: as grandes mineradoras não aparecem no topo da lista das empresas que mais recebem essas isenções diretas do Estado. Mas que ninguém se engane achando que elas estão pagando a conta.</p>



<p>A ausência das mineradoras nessa lista específica se explica por manobras tributárias ainda maiores e legislações federais (como a Lei Kandir), que já isentam as exportações de minério. Uma legislação federal que a muito tempo já deveria ter sido revogada.</p>



<p>Essas empresas, que deixam um rastro de destruição ambiental e ceifam vidas em tragédias anunciadas, continuam lucrando de forma astronômica e devolvendo migalhas para os cofres públicos e para a sociedade mineira.</p>



<p><strong>Dinheiro tem, mas falta prioridade</strong><br>A austeridade do governo Zema-Simões tem alvo certo: o servidor público. Para os trabalhadores e para os filhos da classe trabalhadora que dependem da escola pública, o governo oferece cortes, precarização e desrespeito. Para a sua própria família e para os donos do capital, a torneira do dinheiro público jorra sem nenhum controle.</p>



<p>O Sind-REDE/BH repudia essa política de privilégios, nepotismo fiscal e concentração de renda. Exigimos transparência, o fim da farra das isenções e a imediata destinação dos recursos públicos para o que realmente importa: a valorização dos servidores e a garantia de serviços públicos de qualidade para a população!</p>
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		<title>Sind-REDE/BH denuncia entrega da Copasa ao capital privado e alerta para riscos à população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:31:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="933" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/06/2458572.jpg" alt="" class="wp-image-31157" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/06/2458572.jpg 1400w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/06/2458572-500x333.jpg 500w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/06/2458572-1024x682.jpg 1024w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/06/2458572-768x512.jpg 768w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/06/2458572-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1400px) 100vw, 1400px" /><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Guilherme Dardanhan</figcaption></figure>



<p>Conforme já denunciamos anteriormente, o povo mineiro segue sendo atacado em seu direito pelo governo do estado. O Sind-Rede/BH vem a público manifestar repúdio à conclusão do processo de privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), finalizado na última terça-feira (16) na Bolsa de Valores (B3).</p>



<p>Sob o falso pretexto de modernização e ajuste fiscal, o governo Simões-Zema entregou o controle da água dos mineiros à iniciativa privada, e ignorou os protestos da sociedade civil, de movimentos sociais e dos trabalhadores.</p>



<p>O projeto de desestatização (PL 4.380/25) vinha sendo empurrado goela abaixo da população desde o final de 2025, quando foi aprovado na Assembleia Legislativa (ALMG) de forma atropelada, com fortes obstruções da oposição e denúncias de falta de transparência.</p>



<p>O Sind-REDE/BH esteve presente em vários momentos do processo que levou à privatização da Copasa, tanto na ALMG quanto nas manifestações populares feitas na rua, e desde o começo alerta e denuncia os impactos na vida dos trabalhadores e trabalhadoras (leia mais abaixo).</p>



<p>A venda ocorreu a preço de banana. As ações, que antes eram do Estado, foram liquidadas por R$ 49,03 cada, um valor 14,6% menor do que o preço de mercado. Esse desconto absurdo, aceito para acelerar a entrega, gerou um prejuízo bilionário, fazendo com que o governo de Minas Gerais deixasse de arrecadar cerca de R$ 1,25 bilhão.</p>



<p>Por fim, o processo consolidou o &#8220;novo dono&#8221; com a Equatorial Energia, que foi a grande vencedora como investidora de referência, assumindo 30% do capital total e o controle de fato da operação.&nbsp;</p>



<p><strong>O que muda na vida das pessoas?</strong></p>



<p>Experiências recentes em outros estados mostram os riscos dessa política. No Rio de Janeiro, após a privatização da Cedae, o número de reclamações por falta d’água disparou; em Ouro Preto (MG), onde o serviço foi entregue à empresa Saneouro, a população enfrenta tarifas abusivas e cortes constantes.</p>



<p>A experiência nacional e internacional prova que a privatização da água e do esgoto cobra um preço alto dos trabalhadores, e o Sind-Rede alerta para os impactos imediatos na vida do povo mineiro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tendência de aumento das tarifas: para garantir o lucro dos investidores e cobrir os valores investidos na compra, as contas de água e esgoto tendem a sofrer reajustes que podem comprometer o orçamento das famílias mais pobres.</li>



<li>Queda na qualidade do serviço: empresas privadas costumam demitir o corpo técnico qualificado e terceirizar serviços essenciais para cortar custos, o que pode levar a demora na manutenção e piora na qualidade da água.</li>



<li>Abandono das periferias e zonas rurais: como o foco passa a ser o lucro, as regiões periféricas e os pequenos municípios do interior de Minas, que exigem investimentos e dão menos retorno financeiro, correm o risco de serem negligenciados.</li>
</ul>



<p><strong>Quem é a Equatorial Energia?&nbsp;</strong></p>



<p>A escolha da Equatorial Energia como nova controladora da Copasa acende um sinal de alerta vermelho. A holding tem se expandido sobre os serviços públicos do país (sendo também peça-chave na privatização da Sabesp em São Paulo), mas carrega um histórico de mau atendimento e caos operacional em outros estados.</p>



<p>Exemplo disso é o caos na CEEE, no Rio Grande do Sul, onde após comprar a distribuidora de energia gaúcha, a Equatorial virou alvo de revolta popular e investigações políticas. Na ocasião, moradores enfrentaram apagões prolongados que duraram mais de uma semana após temporais, com prefeitos denunciando a falta crônica de manutenção na rede deteriorada e a redução de equipes de campo.</p>



<p>Outro exemplo é o cenário de crise no Amapá e em outros estados, como Pará e Piauí, locais onde a empresa acumula recordes de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor devido à oscilação de energia, demora no reatendimento e tarifas abusivas.</p>



<p>Além disso, o alerta máximo acendeu após uma explosão em uma tubulação de esgoto na Zona Leste de São Paulo (SP). O incidente é diretamente associado por técnicos e movimentos sociais à falta de fiscalização, à má gestão e à terceirização desenfreada da operação.&nbsp;</p>



<p>O Sind-Rede/BH reafirma que a luta contra a privatização e a terceirização dos serviços públicos não terminou. Continuaremos denunciando o desmonte promovido pelo governo Simões-Zema, apoiando as frentes jurídicas e populares que contestam essa venda ilegal e nos somando à resistência em defesa do patrimônio do povo de Minas Gerais.</p>
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		<title>Sind-REDE BH leva histórico de lutas e denúncias de terceirização para audiência na ALMG sobre a carreira da Educação Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sind-REDE/BH foi convidado para participar de audiência pública realizada hoje (15) pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sind-REDE/BH foi convidado para participar de audiência pública realizada hoje (15) pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O debate, convocado para discutir o cumprimento da nova Lei Federal nº 15.326/2026, que assegura o reconhecimento dos professores da educação infantil como profissionais do magistério e o direito ao piso salarial, contou com trabalhadoras da educação de vários municípios mineiros.</p>



<p>A Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH esteve presente na mesa para compartilhar o histórico e os desafios atuais enfrentados pelas professoras da educação infantil em Belo Horizonte.&nbsp;</p>



<p>Durante a intervenção, a representante da entidade lembrou que em Belo Horizonte, como na maioria das redes municipais do estado, o início da educação infantil não considerava as trabalhadoras como professoras. Foi a partir das lutas que em 2012 houve a mudança de nomenclatura e a equiparação das carreiras.</p>



<p>&#8220;Em Belo Horizonte, iniciamos também como educadoras em 2004. E foi na base de muita luta e de algumas greves específicas da educação infantil que, em 2012, conseguimos mudar a nomenclatura. (&#8230;) E, em 2018, conseguimos a unificação da carreira. Mas não foi presente, não foi dado, e ouvimos da secretária que isso travaria as contas&#8221;.</p>



<p><strong>Novas formas de terceirização</strong><strong><br></strong>Apesar das vitórias históricas que garantiram o reconhecimento do cargo de professor na Educação Infantil, também houve alertas aos parlamentares e entidades presentes sobre as novas estratégias da PBH para precarizar o trabalho docente através da terceirização.</p>



<p>Para a Diretoria Colegiada, a retirada da regência compartilhada e a substituição de professores em sala por auxiliares terceirizados é uma realidade que barateia o custo da educação às custas da qualidade pedagógica.</p>



<p>A recente greve da categoria, encerrada na semana passada, também foi pautada como um exemplo de resistência contra o avanço dessas práticas, principalmente no Atendimento Educacional Especializado (AEE).</p>



<p>&#8220;A greve conseguiu garantir que é da obrigação do professor concursado a parte pedagógica, mas, ainda assim, a gente ainda tem questões que deixam brecha&#8221;, alertou a Diretoria durante o seminário.</p>



<p>Reforçamos o caráter indissociável das práticas de cuidar e de educar na educação na primeira infância e cobramos seriedade da PBH.</p>



<p>A educação infantil faz parte da educação básica e é coisa séria.<br>Quem cuida, educa.<br>Criança respeitada tem professoras valorizadas!</p>



<p><strong>Diretoria Colegiada do Sind-REDE BH</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Sind-REDE/BH expressa total solidariedade aos professores mexicanos em greve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sind-REDE/BH manifesta sua solidariedade e apoio aos professores mexicanos que seguem em greve na luta por melhores salários, aposentadoria digna e mais investimentos na educação pública.</p>



<p>Enquanto a abertura da Copa do Mundo concentrava a atenção da mídia internacional, ontem (11/06), os trabalhadores da educação enfrentavam repressão policial ao tentar tornar visíveis suas reivindicações. Em vez de diálogo, o governo respondeu com barreiras, ações de contenção e violência contra manifestantes.</p>



<p>Os eventos esportivos não podem ser usados para servir para atender a interesses capitalistas nem para invisibilizar lutas legítimas e as demandas de quem enfrenta diariamente a precarização do trabalho e dos serviços públicos. Pelo contrário, o futebol tem suas raízes na classe trabalhadora e deveria servir como espaço de encontro, expressão popular e visibilidade para as reivindicações sociais.</p>



<p>No México, os educadores seguem exigindo a revogação de reformas que retiraram direitos, a valorização da carreira docente e mais recursos para as escolas. Nenhuma festa pode esconder a realidade de quem luta diariamente por uma educação pública de qualidade.</p>



<p>Sem valorização da educação, sem direitos para os trabalhadores e sem melhorias reais para a população, não há motivo para comemoração.</p>
]]></content:encoded>
					
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