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	<title>Educação &#8211; Sind-REDE/BH</title>
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	<description>Somos parte de uma rede que não se rompe e não se deixa abater!</description>
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	<title>Educação &#8211; Sind-REDE/BH</title>
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		<title>Sind-REDE/BH apoia as mobilizações estudantis na França, Espanha e Albânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate às Opressões]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Público]]></category>
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					<description><![CDATA[A defesa da escola pública, digna e financiada pelo Estado voltou a ocupar o centro do debate político internacional. Nas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A defesa da escola pública, digna e financiada pelo Estado voltou a ocupar o centro do debate político internacional. Nas últimas semanas, centenas de milhares de estudantes do ensino secundário e universitário, apoiados por professores e familiares, tomaram as ruas de cidades na França, Espanha e Albânia.</p>



<p>Trata-se de uma onda de protestos contra o desmonte da educação pública, a superlotação das salas de aula e a falta de investimentos estruturais. Essa semana, na Espanha, professores também tomaram às ruas, se somando aos movimentos contra os despejos. O centro das lutas da educação é o reconhecimento das professoras da educação infantil como professoras e não cuidadoras.</p>



<p>Já na Albânia, milhares de estudantes tomaram a capital, Tirana, para exigir o fim dos custos abusivos no ensino superior, melhores condições estruturais nas universidades e a renúncia do atual primeiro-ministro Edi Rama. Os atos resultaram no cerco a prédios governamentais e protestos contra as políticas de desinvestimento público.</p>



<p>O Sind-Rede/BH expressa total solidariedade aos trabalhadores e a essa juventude que ocupa as ruas em defesa do futuro. O movimento internacional demonstra que os problemas enfrentados pelos trabalhadores e estudantes não são casos isolados, mas sim a prova de que políticas de austeridade e de cortes orçamentários negligenciam o serviço público.</p>



<p>A resposta dos governos a essas revoltas tem sido a repressão policial e a criminalização dos manifestantes. Milhares de detenções ocorreram, em especial na França, e há denúncias graves de violência por parte das forças de segurança.</p>



<p>O Sind-REDE/BH repudia veementemente qualquer tentativa de silenciar os estudantes com cassetetes, gás e prisões. A juventude europeia dá uma lição de dignidade ao exigir o &#8220;mínimo indispensável&#8221;: o direito a aprender e a ensinar em ambientes seguros e estruturados.</p>



<p></p>



<p><strong>E o que temos a ver com isso?</strong><br>A luta que ecoa na Europa é a mesma que travamos diariamente em Belo Horizonte. Aqui na nossa rede municipal, também enfrentamos o descaso com a infraestrutura das escolas, a sobrecarga de trabalho, ataques aos nossos planos de carreira e a resistência dos governos em valorizar a educação pública.</p>



<p>Quando os estudantes gritam que os recursos públicos devem ser investidos nas escolas e no bem-estar social, e não no financiamento de guerras ou de privilégios econômicos, eles dialogam com a nossa bandeira histórica: <strong>sem financiamento adequado e sem valorização dos profissionais e estudantes, não há democracia nem futuro possível.</strong></p>



<p>O Sind-Rede/BH reafirma que a solidariedade internacional entre os que formam e frequentam a escola pública é fundamental. O futuro da educação se constrói com mobilização, unidade e coragem.</p>



<p><strong>Estudantes e professores unidos em defesa da escola pública em todo o mundo!</strong></p>
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		<item>
		<title>Sind-REDE/BH manifesta solidariedade e apoio aos protestos estudantis na França e na Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lutas]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas últimas semanas, milhares de estudantes têm saído às ruas na França e na Espanha para denunciar o desmonte da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nas últimas semanas, milhares de estudantes têm saído às ruas na França e na Espanha para denunciar o desmonte da educação pública, a precariedade estrutural dos prédios, a falta de investimentos e os cortes de orçamento planejados pelos governos.</p>



<p>O Sind-REDE/BH expressa total solidariedade e apoio a essa juventude em luta que está combatendo a austeridade e defendendo a educação como direito inegociável.</p>



<p>Na França, por exemplo, o movimento estudantil, que já mobilizou centenas de milhares de jovens em dezenas de cidades, mostrou a realidade de salas de aula superlotadas, falta de recursos básicos, infraestruturas deterioradas e o impacto de políticas de contenção de gastos públicos nos orçamentos educacionais.</p>



<p>A resposta dos governos europeus é repressão policial e tentativas de criminalizar a juventude, o que mostra como as elites temem uma juventude organizada.</p>



<p>Assim como ocorre na Europa, onde estudantes, professores e famílias se unem contra a precarização, em Belo Horizonte nós também enfrentamos políticas que tentam enfraquecer a rede pública de ensino.</p>



<p>A luta por escolas dignas, por investimentos adequados, contra o corte de direitos e em defesa da valorização de quem faz a educação não tem fronteiras. Os problemas enfrentados pelos estudantes europeus refletem a mesma lógica de mercado que tenta mercantilizar e sucatear a educação em nosso país e na nossa cidade.</p>



<p>O Sind-REDE/BH lembra que a esperança e a transformação social nascem da mobilização coletiva. Enquanto os governos tentam impor ajustes fiscais sacrificando o futuro das próximas gerações, os estudantes mostram que o caminho é ocupar as ruas, as escolas e as universidades para defender o direito à educação pública, laica, gratuita e de qualidade.</p>



<p>Nenhum passo atrás em defesa da educação!<br>Toda solidariedade aos estudantes em luta na França, na Espanha e em todo o mundo!</p>



<p><strong>Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH</strong></p>
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		<item>
		<title>Sind-REDE cria formulário para reunir documentação de quem não recebeu pagamento dos dias de greve no contracheque de setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jadilson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 20:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursados]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de realizar um levantamento da situação e subsidiar as ações de cobrança junto à SMED, bem como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o objetivo de realizar um levantamento da situação e subsidiar as ações de cobrança junto à SMED, bem como as medidas judiciais cabíveis, o Sind-REDE criou este formulário para reunir as informações e a documentação dos trabalhadores que não receberam o pagamento dos dias de greve no contracheque do mês de setembro.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> É necessário:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Enviar um e-mail para solicitar esclarecimentos sobre o motivo de não ter recebido corretamente e requerendo o pagamento devido, bem como, anexar os documentos que comprovem o não recebimento.</li>
</ol>



<p>Modelo: <em>Eu, xxxxxx, BM , fiz a reposição de x dias de greve em julho e não recebi o pagamento referente aos dias trabalhado</em>s.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4e7.png" alt="📧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> E-mails para contato:</p>



<p>gesfo.elaboracao@pbh.gov.br<br>rh.smed@edu.pbh.gov.br</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li>Preencher o formulário abaixo, informando os dados solicitados e anexando os seguintes documentos:</li>
</ol>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ponto assinado;</li>



<li>Planilha autorizando a reposição;</li>



<li>Cópia da AMP;</li>



<li>Comprovante ou declaração da direção de envio da AMP até a data exigida pelo governo;</li>



<li>Cópia do termo de dobra ou declaração da direção informando que a dobra foi autorizada e indicando o período;</li>



<li>Qualquer outro documento ou termo produzido pela escola que autorize a reposição;</li>



<li>Contracheques de julho, agosto e setembro.</li>
</ul>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a0.png" alt="⚠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Atenção: o envio das informações e dos documentos é fundamental para que o Sind-REDE possa realizar o levantamento da situação e tomar as providências necessárias junto à SMED e, se for o caso, judicialmente. Com relação ao e-mail citado no item 1, assim que a resposta chegar, favor encaminhá-la ao Sind-REDE, para o e-mail abaixo.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> FORMULÁRIO: <a href="https://forms.gle/nCcZZFb6kov3ikqJA">https://forms.gle/nCcZZFb6kov3ikqJA</a></p>



<p>Dúvidas entre em contato com: <a href="mailto:sindredecontestacoespagamentos@gmail.com">sindredecontestacoespagamentos@gmail.com</a></p>
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		<title>Fila de espera zerada, mas a que custo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 19:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Lutas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) publicou em seu perfil do Instagram uma divulgação em que comemora o atendimento de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) publicou em seu perfil do Instagram uma divulgação em que comemora o atendimento de todas as crianças de 1 a 3 anos cadastradas na Rede Municipal. Mas uma política pública de Educação Infantil não pode ser avaliada por um único número.</p>



<p>A pergunta que precisa ser feita é outra: <strong>quantas vagas foram efetivamente criadas, onde elas estão e em que condições estão sendo oferecidas?</strong></p>



<p>O próprio Ministério da Educação destaca que a qualidade da Educação Infantil vai muito além do acesso à creche. A creche não deve ser vista apenas como um espaço onde a criança permanece, mas como um ambiente que precisa garantir segurança, higiene, infraestrutura, além de um número adequado de crianças por turma e por professor.<br><br>Também são necessários profissionais bem formados, uma proposta pedagógica adequada, materiais de qualidade e boas condições de funcionamento.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E os berçários da rede pública?</strong></h2>



<p>A redução dos berçários na rede pública de BH faz com que o atendimento aos bebês seja passado para outras formas de oferta. Isso diminui a presença direta do poder público justamente nessa fase, que exige mais estrutura e cuidados na Educação Infantil.&nbsp;</p>



<p>Por isso, é preciso entender o que aconteceu com a oferta de berçários nas EMEIs e quais foram os critérios utilizados para essa reorganização.</p>



<p><strong>Quantas turmas de berçário foram reduzidas? Quantas deixaram de existir? Quais unidades passaram por essa mudança? E como ficou o atendimento dos bebês?</strong></p>



<p>São questões que não aparecem quando a política pública é apresentada apenas a partir do número de crianças atendidas.</p>



<p><strong>Fila zerada é um indicador de acesso, não de qualidade</strong></p>



<p>Uma criança matriculada não é apenas uma vaga preenchida em uma planilha. É uma criança que precisa de cuidado, educação, segurança, alimentação e condições para se desenvolver.</p>



<p>Por isso, o número de matrículas, sozinho, não mostra a realidade do atendimento. É preciso saber onde essas crianças estão, como são as turmas, quais são as condições dos espaços e se há profissionais e recursos suficientes.</p>



<p>A população precisa conhecer não apenas quantas crianças estão matriculadas, mas também em que condições esse atendimento acontece.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Candidaturas assumem compromisso com a educação pública e infantil em evento no Sind-REDE/BH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 20:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sind-REDE/BH e o Fórum Mineiro de Educação Infantil promoveram nesta quarta (23) um encontro com as candidatas e os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sind-REDE/BH e o Fórum Mineiro de Educação Infantil promoveram nesta quarta (23) um encontro com as candidatas e os candidatos das eleições de 2026 para um importante momento de diálogo e compromisso com a educação pública e a educação infantil.</p>



<p>Para nós, a atividade é um ato político básico para exigir das candidaturas compromisso com as demandas históricas dos trabalhadores da educação, das crianças e das comunidades escolares. A defesa da escola pública exige investimentos consistentes, políticas estruturadas e valorização dos profissionais da área..&nbsp;</p>



<p>Durante a plenária, realizada na sede do sindicato, foram apresentadas e debatidas duas cartas-compromisso<strong>: </strong>uma <a href="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/CARTA-COMPROMISSO-COM-A-EDUCACAO-PUBLICA-GRATUITA-LAICA-E-DE-QUALIDADE.pdf">voltada à educação pública, gratuita, laica e de qualidade</a>, e outra <a href="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/CARTA-DE-COMPROMISSO-COM-AS-INFANCIAS-E-A-EDUCACAO-INFANTIL.pdf">focada especificamente nas infâncias e na educação infantil</a>.</p>



<p>Os documentos sintetizam as principais pautas, reivindicações históricas dos trabalhadores da educação e a necessidade de investimentos e políticas públicas efetivas para o setor.</p>



<p><strong>Assinaram oficialmente a carta-compromisso e estiveram presentes na atividade, os candidatos:</strong></p>



<p>• <strong>Fernanndo Augusto</strong> (Deputado Federal – PSOL);<br>• <strong>Fidélis Oliveira Alcântara</strong> (Senador – UP);<br>• <strong>Flávia Silvestre Oliveira</strong> (Deputada Federal – PSTU);<br>• <strong>Gabriel Azevedo</strong> (Governador de Minas Gerais – MDB) — esteve presente e assinou o documento posteriormente, com ressalvas em relação a alguns pontos do texto e representou também a vice<strong> Maria Helena</strong> (Vice-Governadora de Minas Gerais – MDB);<br>• <strong>Gustavo Olímpio Siqueira Rocha</strong> (Deputado Estadual – PSTU);<br>• <strong>Hertz da Conceição Dias </strong>(Presidente da República – PSTU) — esteve presente e assinou o documento pela chapa, representando <strong>Vanessa Portugal</strong> (Vice-Presidente da República – PSTU);<br>• <strong>Renato Campos</strong> (Vice-Governador de Minas Gerais – UP) — esteve presente e assinou o documento pela chapa, representando <strong>Indira Xavier</strong> (Governadora de Minas Gerais – UP);<br>• <strong>Rafael Duda</strong> (Governador de Minas Gerais – PSTU) — esteve presente e assinou o documento pela chapa, representando também a vice, <strong>Diana de Cássia </strong>(Vice-Governadora de Minas Gerais – PSTU).<br></p>



<p><strong>Mandaram a carta assinada, os candidatos:</strong></p>



<p>• <strong>Adriana Souza</strong> (Deputada Estadual – PT);<br>• <strong>Beatriz Cerqueira</strong> (Deputada Estadual – PT);<br>• <strong>Bella Gonçalves</strong> (Deputada Federal – PSOL);<br>• <strong>Betão</strong> (Deputado Estadual – PT);<br>• <strong>Iza Lourença</strong> (Deputada Estadual – PSOL);<br>• <strong>Jordano Metalúrgico</strong> (Senador – PSTU);<br>• <strong>Leninha </strong>(Deputada Estadual – PT);<br>• <strong>Maria da Consolação Rocha</strong> (Deputada Federal – PSOL);<br>• <strong>Patrus Ananias</strong> (Governador de Minas Gerais – PT) e vice <strong>Jarbas Soares Júnior</strong> (Vice-Governador de Minas Gerais – PT);<br>• <strong>Professora Nara</strong> (Deputada Estadual – REDE);<br>• <strong>Professor</strong> <strong>Túlio Lopes</strong> (Governador de Minas Gerais – PCB) e vice <strong>Warlen Nunes</strong> (Vice-Governador de Minas Gerais – PCB);<br>• <strong>Rogério Correia </strong>(Deputado Federal – PT);<br>• <strong>Sara Vitral Rezende</strong> (Deputada Estadual – PV);<br>• <strong>Victoria Mello</strong> (Senadora – PSTU).</p>



<p>*matéria em atualização</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Terceirização cresce enquanto servidores são cada vez menos valorizados no serviço público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Público]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[A expansão da terceirização no serviço público brasileiro tem alterado profundamente as relações de trabalho e a forma como os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A expansão da terceirização no serviço público brasileiro tem alterado profundamente as relações de trabalho e a forma como os recursos públicos são utilizados. Segundo o estudo do ILAESE (Instituto Latino Americano de Estudos Socioeconômicos) de 2025, no município de Belo Horizonte, esse processo aparece de maneira expressiva: desde 2018, os gastos com atividades terceirizadas crescem continuamente, acompanhando o aumento da arrecadação municipal. Em 2024, a prefeitura destinou R$ 5,37 bilhões à terceirização, R$ 542 milhões a mais que no ano anterior. O valor corresponde a mais de 27% da receita total do município.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="635" height="289" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image.png" alt="" class="wp-image-32139" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image.png 635w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-500x228.png 500w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /></figure>
</div>


<p>O crescimento da terceirização ocorre ao mesmo tempo em que diminui, proporcionalmente, a parcela dos recursos destinada aos servidores efetivos. Em Belo Horizonte, os gastos com o quadro efetivo representavam 30,3% da Receita Corrente Líquida em 2018 e passaram para 24,62% em 2024. Enquanto isso, os trabalhadores terceirizados já correspondem a cerca de 41% das despesas com pessoal. Podemos notar uma mudança na composição da força de trabalho do município, com a substituição progressiva de vínculos efetivos por formas mais precárias de contratação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="634" height="363" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-1.png" alt="" class="wp-image-32140" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-1.png 634w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-1-500x286.png 500w" sizes="(max-width: 634px) 100vw, 634px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Educação sente os efeitos</strong></h2>



<p>Na educação, esse processo ganha importância porque envolve diretamente trabalhadores responsáveis pela manutenção e pelo funcionamento de um serviço essencial à população. O aumento das despesas em setores como educação e saúde, observado em 2024, não teve como principal destino os servidores. Segundo a análise do ILAESE, mesmo com o crescimento das receitas municipais, as despesas com os profissionais da educação permanecem percentualmente estagnadas há três anos, sendo que parte do crescimento se deve fundamentalmente à concessão de abonos, e não a ganhos permanentes de remuneração e carreira.</p>



<p>A terceirização também está relacionada à precarização das condições de trabalho. O crescimento dos contratos por tempo determinado, passaram de R$ 3,5 milhões até 2019 para R$ 94,8 milhões em 2024. Esses contratos não oferecem estabilidade e podem estar associados tanto a trabalhadores temporários quanto a cargos comissionados. No setor municipal, a redução aparente da jornada de 44 horas semanais também é relacionada à terceirização: ela não representa necessariamente uma redução efetiva da jornada, mas a transferência de trabalhadores que anteriormente estavam submetidos a esse regime para vínculos terceirizados.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="642" height="311" src="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-2.png" alt="" class="wp-image-32141" srcset="https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-2.png 642w, https://sindrede.org.br/sindrede/wp-content/uploads/2026/09/image-2-500x242.png 500w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma tendência que atravessa o país</strong></h2>



<p>O fenômeno, entretanto, não está restrito a Belo Horizonte. Em 37 municípios brasileiros podemos indentificar uma tendência semelhante: enquanto a arrecadação cresceu significativamente, as despesas com pessoal perderam participação. Entre 2018 e 2024, a receita dos municípios analisados passou de R$ 191 bilhões para R$ 377 bilhões, um crescimento acumulado de 97,23%. No mesmo período, as despesas com pessoal caíram proporcionalmente, passando de aproximadamente 44% a 45% para 38% a 39%. Em 2024, 32 dos 37 municípios analisados apresentaram redução dessas despesas.</p>



<p>Esse cenário é parte de uma transformação mais ampla do Estado brasileiro, marcada desde a década de 1990 pela adoção de políticas de ajuste fiscal, privatização, transferência de serviços para a iniciativa privada e flexibilização das relações de trabalho. Na esfera municipal, a terceirização aparece como um dos principais mecanismos pelos quais recursos públicos são direcionados ao setor privado. Assim, o avanço desse modelo não significa apenas uma mudança administrativa: representa também uma transformação na vida dos trabalhadores, com vínculos menos estáveis, redução de direitos e maior pressão sobre aqueles que permanecem no serviço público.</p>



<p>A terceirização precariza o serviço público, pois derruba a idoneidade e a democratização proporcionadas pelo concurso público, abrindo espaço para formas de corrupção, como indicações e apadrinhamentos. Além disso, precariza os contratos de trabalho e, consequentemente, compromete a autonomia dos trabalhadores, que deixam de atuar como defensores de um serviço público transparente para se tornarem vítimas de ameaças e assédio, o que também pode abrir portas para práticas de corrupção. Também gera uma elevada rotatividade dos prestadores de serviço, dificultando a formação de vínculos e de uma identidade com a comunidade em que atuam. Isso, por sua vez, fere o direito da população de ser atendida por profissionais cada vez mais experientes e qualificados.</p>



<p>Na educação, saúde e demais serviços essenciais, a discussão ultrapassa, portanto, a questão de quanto o Estado arrecada. O ponto central é saber para onde esses recursos são destinados e quais condições de trabalho são oferecidas a quem executa os serviços públicos. Os dados apresentados indicam que o aumento da arrecadação não tem significado, necessariamente, valorização dos trabalhadores. Ao contrário, a expansão da terceirização ocorre paralelamente à redução relativa dos gastos com servidores efetivos, revelando uma tendência nacional de reorganização do serviço público e das relações de trabalho.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acesse o estudo Os servidores públicos no Brasil <strong><a href="https://ilaese.org.br/wp-content/uploads/2025/11/ILAESE-Estudo-Nacional-Setor-Publico-1.pdf">aqui</a></strong></li>



<li>Acesse o Estudo geral das receitas e despesas da Prefeitura de Belo Horizonte com foco na Educação <strong><a href="https://ilaese.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Belo-Horizonte-Estudo-Geral-2025.pdf">aqui</a></strong></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>STF garante novo cálculo para aposentadoria proporcional de professoras e professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jadilson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 19:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[Aposentou por tempo proporcional ou aposentou por Incapacidade Permanente/Invalidez? O STF decidiu que sua conta pode estar errada — e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Aposentou por tempo proporcional</strong> <strong>ou</strong> <strong>aposentou por Incapacidade Permanente/Invalidez?</strong></p>



<p><strong>O STF decidiu que sua conta pode estar errada — e o Sind-REDE/BH pode te ajudar!</strong></p>



<p><strong>Decisão vale para todo o país e beneficia professoras e professores que se aposentaram com proventos proporcionais. O Jurídico do Sindicato está pronto para te ajudar.</strong></p>



<p><strong>O que aconteceu:</strong></p>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em junho de 2026, que a conta usada para calcular a aposentadoria proporcional de quem trabalhou exclusivamente em funções de magistério precisa levar em conta os 5 anos a menos que a Constituição garante à categoria.</p>



<p>A decisão tem &#8220;repercussão geral&#8221; (<strong>é o chamado Tema 1.462</strong>). Na prática, isso quer dizer que ela vale como regra para todos os processos parecidos que estiverem correndo na Justiça brasileira.</p>



<p><strong>Explicando de um jeito simples:</strong></p>



<p>Quem trabalha em sala de aula tem direito de se aposentar 5 anos antes dos demais servidores. É por isso que a professora se aposenta com 25 anos de contribuição, e não com 30. O problema aparece quando a aposentadoria não é integral, e sim proporcional — ou seja, quando a pessoa se aposenta antes de completar todo o tempo exigido e recebe só uma parte do salário.</p>



<p>Para calcular essa &#8220;<em>parte</em>&#8220;, a administração faz uma divisão.</p>



<p><strong>E a pergunta é: dividir por quanto?</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que muitos órgãos fizeram – Inclusive a PBH: dividiram o tempo trabalhado por 30 anos — como se a professora não tivesse direito nenhum ao desconto dos 5 anos.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que o STF disse que é o certo: dividir por 25 anos, que é o tempo exigido para a aposentadoria integral do magistério.</li>
</ul>



<p><strong>Um exemplo para ficar claro. Imagine uma professora que trabalhou 20 anos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dividindo por 30, ela recebe cerca de 66% do salário calculado a título de benefício.</li>



<li>Dividindo por 25, ela recebe 80% do salário calculado a título de benefício.</li>
</ul>



<p>É a mesma pessoa, o mesmo tempo de trabalho — só muda a conta. E essa diferença aparece todo mês, para o resto da vida.</p>



<p><strong>Quem pode ter direito</strong>?</p>



<p>De modo geral, quem se enquadra nas situações abaixo deve procurar o Sindicato:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aposentou-se com proventos proporcionais;</li>



<li>Trabalhou exclusivamente em funções de magistério (sala de aula, direção, coordenação e supervisão pedagógica também contam, desde que na educação básica);</li>



<li>Desconfia que o cálculo dos seus proventos foi feito com base em 30 anos em vez de 25.</li>
</ul>



<p>Isso inclui também quem se aposentou por invalidez, situação que foi justamente o caso analisado pelo STF.</p>



<p><strong>IMPORTANTE</strong>: cada caso é um caso. Só a análise da sua documentação permite dizer com segurança se você tem direito à revisão e qual seria a diferença nos seus proventos. Não dá para responder isso &#8220;<strong><em>por cima</em></strong>&#8220;.</p>



<p><strong>Como o Sindicato pode ajudar</strong>?</p>



<p>O Departamento Jurídico do Sind-REDE/BH analisa esses casos e ajuíza as ações de revisão. O Sindicato entra com a ação em nome do filiado, sem que você precise contratar advogado particular.</p>



<p>Se você acha que pode se enquadrar, entre em contato para uma análise da sua situação.</p>



<p><strong>DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA A ANÁLISE E AÇÃO</strong></p>



<p>Separe as cópias abaixo — quanto mais completo, mais rápido conseguimos avaliar seu caso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identidade e CPF</li>



<li>3 últimos contracheques</li>



<li>Fichas financeiras desde o efetivo exercício até hoje (os períodos de licença não remunerada precisam estar indicados)</li>



<li>Processo de aposentadoria</li>



<li>Ficha funcional</li>



<li>Comprovante de endereço</li>



<li>Classificação do servidor</li>



<li>Declaração de hipossuficiência</li>
</ul>



<p><strong>FALE COM O JURÍDICO</strong></p>



<p>E-mail: <a href="mailto:sindrede.juridico@gmail.com">sindrede.juridico@gmail.com</a> Telefone fixo: (31) 3226-3142 WhatsApp: (31) 98814-1168</p>



<p><strong><em>Se ficar com dúvida sobre algum documento, pode nos procurar mesmo assim. A gente orienta.</em></strong></p>



<p></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abono do FUNDEF/FUNDEB: seu Imposto de Renda pode ter sido descontado indevidamente</title>
		<link>https://sindrede.org.br/abono-do-fundef-fundeb-seu-imposto-de-renda-pode-ter-sido-descontado-indevidamente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=abono-do-fundef-fundeb-seu-imposto-de-renda-pode-ter-sido-descontado-indevidamente</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jadilson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 19:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[O STJ vai decidir se o desconto do Imposto de Renda sobre o abono do FUNDEF/FUNDEB foi indevido. O Sind-REDE/BH [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O STJ vai decidir se o desconto <strong>do Imposto de Renda sobre o abono do FUNDEF/FUNDEB</strong> foi indevido. O Sind-REDE/BH está organizando a ação e quer saber da sua situação.</strong></p>



<p><strong>O que aconteceu?</strong></p>



<p>Quem trabalha na educação básica lembra do abono pago com os valores do precatório do <strong>FUNDEF/FUNDEB</strong>.</p>



<p>Só que, na hora do pagamento, veio o desconto do Imposto de Renda. E é justamente aí que está o problema.</p>



<p><strong>Por que o desconto pode ser indevido?</strong></p>



<p>O Imposto de Renda existe para incidir sobre aquilo que <strong>aumenta</strong> o seu patrimônio: salário, gratificação, ganho novo.</p>



<p>Mas o abono do FUNDEF/FUNDEB não é ganho novo. Ele é <strong>reposição</strong> — é a devolução de um dinheiro que já era da categoria e que não chegou na hora certa. Em outras palavras: não é lucro, é acerto de contas.</p>



<p>E a lei diz isso com todas as letras. A <strong>Lei nº 14.325/2022</strong> afirma expressamente que esse abono tem <strong>caráter indenizatório</strong>. E sobre verba indenizatória não se cobra Imposto de Renda.</p>



<p><strong>O que o STJ vai julgar?</strong></p>



<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ), que é o tribunal responsável por dar a palavra final sobre a interpretação das leis federais, decidiu enfrentar exatamente essa questão.</p>



<p>O caso foi cadastrado como <strong>Tema 1.446</strong>, e a pergunta que o tribunal vai responder é simples:</p>



<p><strong>“Pode ou não pode cobrar Imposto de Renda sobre o abono do rateio do precatório do FUNDEF/FUNDEB pago aos profissionais do magistério da educação básica?”</strong></p>



<p>Como se trata de um processo repetitivo, a decisão do STJ vai valer para <strong>todo o país</strong>. Ou seja: o que for decidido lá servirá para todos os casos iguais.</p>



<p><strong>Importante: sua ação será protocolada, mas vai aguardar o julgamento</strong></p>



<p>Este ponto precisa ficar bem claro, para ninguém criar expectativa errada.</p>



<p>Quando o STJ escolhe julgar um tema repetitivo, os processos sobre aquele mesmo assunto <strong>ficam parados</strong> até a decisão sair. Isso é normal e está previsto na lei.</p>



<p>Então, o que vai acontecer com o seu caso:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>O Sind-REDE/BH <strong>protocola a ação</strong> normalmente na Justiça;</li>



<li>O processo é <strong>distribuído</strong> e recebe um número;</li>



<li>Ele fica <strong>suspenso</strong>, aguardando o STJ decidir o Tema 1.446;</li>



<li>Saindo a decisão, os processos voltam a andar — e, se a tese for favorável, você terá o seu direito reconhecido.</li>
</ol>



<p><strong>Por que entrar agora, se vai ficar parado?</strong> Por um motivo muito simples e muito importante: <strong>existe prazo</strong>. A lei dá prazo que inicia a contagem do desconto, para pedir o dinheiro de volta. Esse prazo <strong>continua correndo</strong> e não para por causa do julgamento do STJ. Quem deixa para depois pode simplesmente perder o direito — mesmo que o STJ decida a favor da categoria.</p>



<p>Entrar agora é garantir o seu lugar. Esperar é arriscar ficar de fora.</p>



<p><strong>Quem pode participar?</strong></p>



<p>Profissionais do <strong>magistério da educação básica</strong> que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>receberam o abono do rateio do precatório do FUNDEF/FUNDEB; <strong>e</strong></li>



<li>tiveram o Imposto de Renda descontado sobre esse valor.</li>
</ul>



<p>Ficou em dúvida se o seu caso se encaixa? <strong>Não decida sozinho.</strong> Procure o Departamento Jurídico e faça a verificação. O atendimento é gratuito e o acompanhamento da ação é gratuito para todos os filiados.</p>



<p><strong>O que separar?</strong></p>



<p>Se você já quer dar entrada, separe:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identidade e CPF;</li>



<li>Comprovante de endereço atualizado;</li>



<li>Ficha funcional;</li>



<li>Documento com a sua classificação/cargo;</li>



<li>Três últimos contracheques;</li>



<li>Contracheque do mês em que recebeu o abono;</li>



<li>Fichas financeiras a partir do ano de 2022 em que o abono foi pago até hoje;</li>



<li>Informe de rendimentos (aquele documento anual que mostra quanto foi descontado de IR);</li>



<li>Declaração do Imposto de Renda e o recibo de entrega do ano correspondente.</li>
</ul>



<p>Se faltar algum documento, procure o jurídico do mesmo jeito. A gente orienta como conseguir.</p>



<p><strong>Fale com o Departamento Jurídico do Sind-REDE/BH</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:sindrede.juridico@gmail.com">sindrede.juridico@gmail.com</a></li>



<li><strong>Telefone:</strong> (31) 3226-3142</li>



<li><strong>WhatsApp:</strong> (31) 98814-1168</li>
</ul>



<p><strong>Sind-REDE/BH — a luta pelos direitos da educação não para.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sindrede.org.br/abono-do-fundef-fundeb-seu-imposto-de-renda-pode-ter-sido-descontado-indevidamente/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>STJ reconhece direito de servidores ao recálculo de verbas com inclusão do abono de permanência</title>
		<link>https://sindrede.org.br/stj-reconhece-direito-de-servidores-ao-recalculo-de-verbas-com-inclusao-do-abono-de-permanencia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=stj-reconhece-direito-de-servidores-ao-recalculo-de-verbas-com-inclusao-do-abono-de-permanencia</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jadilson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursados]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[Você recebe abono de permanência? Então pode estar recebendo menos do que deveria A Justiça já decidiu: o abono de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p><strong>Você recebe abono de permanência? Então pode estar recebendo menos do que deveria</strong></p>



<p><strong>A Justiça já decidiu: o abono de permanência entra na conta do adicional de férias, do 13º salário e das férias-prêmio. Se o seu contracheque não faz esse cálculo, você tem direito a receber a diferença.</strong></p>



<p><strong>O que é o abono de permanência?</strong></p>



<p>É o valor pago ao servidor efetivo que já poderia se aposentar, mas escolheu continuar trabalhando. Em vez de sair, ele fica — e recebe de volta, todo mês, um valor equivalente ao que paga de contribuição previdenciária.</p>



<p>Ou seja: é dinheiro que cai no contracheque todo mês, <strong><em>enquanto o servidor estiver na ativa</em></strong>.</p>



<p><strong>Onde está o problema?</strong></p>



<p>Muitos servidores recebem o abono de permanência normalmente, mas, na hora de calcular outras verbas, a Administração simplesmente <strong>finge que esse valor não existe</strong>.</p>



<p><strong>Resultado</strong>: o servidor recebe menos do que deveria em três situações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Adicional de férias</strong>;</li>



<li><strong>13º salário (gratificação natalina)</strong></li>



<li><strong>Férias-prêmio convertidas em dinheiro</strong></li>
</ul>



<p>Isso acontece porque essas três verbas são calculadas sobre a <strong>remuneração</strong> do servidor. E, se o abono de permanência faz parte da remuneração, ele tem que entrar na conta.</p>



<p><strong>O que decidiu o STJ?</strong></p>



<p>Em <strong>junho de 2025</strong>, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou o <strong>Tema 1.233</strong> e fixou a seguinte tese:</p>



<p><em>&#8220;<strong>O abono de permanência, dada sua natureza remuneratória e permanente, integra a base de incidência das verbas calculadas sobre a remuneração do servidor público, tais como o adicional de férias e a gratificação natalina (13º salário).</strong>&#8220;</em></p>



<p>Em português claro: <strong>o abono de permanência </strong>não é ajuda, não é bônus, não é indenização. É parte da remuneração — e, por isso, tem que entrar no cálculo do adicional de férias e do 13º.</p>



<p>A relatora do caso, ministra Regina Helena Costa, explicou que o pagamento do abono é <strong>habitual, contínuo e mensal</strong>. Não depende de sorte, de escala ou de situação excepcional, como acontece com hora extra ou adicional de insalubridade. É pago sempre, enquanto o servidor estiver trabalhando.</p>



<p>E o tribunal foi além: o fato de o abono acabar quando o servidor se aposenta <strong>não torna esse valor &#8220;temporário&#8221;</strong>. Afinal, o próprio adicional de férias também deixa de ser pago na aposentadoria — e nem por isso alguém duvida que ele seja remuneração.</p>



<p><strong>Ponto importante:</strong> essa decisão foi tomada em regime de <em>recurso repetitivo</em>. Isso significa que ela <strong>é de seguimento obrigatório</strong> por todos os juízes e tribunais do país.</p>



<p><strong>O que decidiu o TJMG?</strong></p>



<p>O Tribunal de Justiça de Minas Gerais já vinha decidindo no mesmo sentido, inclusive quanto às <strong>férias-prêmio</strong>:</p>



<p><em>&#8220;<strong>O abono de permanência possui natureza remuneratória e deve integrar a base de cálculo das férias-prêmio</strong>.&#8221;</em></p>



<p>No mesmo julgamento, o TJMG reforçou que o servidor <strong>tem direito de ser indenizado pelas férias-prêmio que não conseguiu gozar</strong> — caso contrário, a Administração estaria se enriquecendo às custas do trabalho de quem nunca tirou o descanso a que tinha direito.</p>



<p><strong>E os atrasados?</strong></p>



<p>Sim, existem. O STJ <strong>não limitou os efeitos da decisão</strong> para o futuro.</p>



<p>Isso quer dizer que é possível cobrar as diferenças <strong>dos últimos 5 anos</strong>, se existirem. Tudo o que passar disso, infelizmente, prescreve — e é exatamente por isso que <strong>cada mês de espera pode ser de valores perdidos</strong>.</p>



<p><strong>Quem pode ter direito</strong></p>



<p>Você deve procurar o Departamento Jurídico se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Você recebe (ou já recebeu) nos últimos 05 abono de permanência;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Você tirou férias, recebeu 13º ou converteu férias-prêmio em dinheiro nesse período;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Você já se aposentou, mas recebeu abono de permanência nos 5 anos anteriores.</li>
</ul>



<p>Se você marcou pelo menos um item, vale a pena verificar. Muita gente tem direito e <strong>nem imagina</strong>, porque a diferença não aparece no contracheque — ela aparece justamente na <strong>ausência</strong> dela.</p>



<p><strong>Como funciona o processo</strong>?</p>



<p><strong>1ª etapa — Pedido administrativo</strong></p>



<p>Primeiro, o Sindicato apresenta um requerimento à Administração pedindo a inclusão do abono de permanência na base de cálculo e o pagamento das diferenças. Essa etapa é importante: ela mostra que o servidor tentou resolver de forma simples e ainda ajuda a segurar o prazo de prescrição.</p>



<p><strong>2ª etapa — Reunir os documentos</strong></p>



<p>Para o atendimento, separe:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>RG e CPF</li>



<li>Comprovante de residência</li>



<li>Fichas financeiras dos últimos 5 anos</li>



<li>Classificação do servidor</li>



<li>Processo de aposentadoria com ficha funcional (se já aposentado)</li>



<li>Cópia do processo administrativo com o indeferimento</li>



<li>Detalhamento dos períodos de férias-prêmio</li>
</ul>



<p>Não se preocupe se faltar algum documento — o Departamento Jurídico orienta como conseguir cada um.</p>



<p><strong>3ª etapa — Ação judicial</strong></p>



<p>Se a Administração negar o pedido, o Sindicato leva o caso à Justiça, agora com o Tema 1.233 do STJ e a jurisprudência do TJMG do nosso lado.</p>



<p><strong>Fale com o Departamento Jurídico</strong></p>



<p>Não deixe para depois. <strong>A cada mês que passa, você perde mais um mês de atrasados.</strong></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4e7.png" alt="📧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:sindrede.juridico@gmail.com">sindrede.juridico@gmail.com</a> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4de.png" alt="📞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Telefone fixo:</strong> (31) 3226-3142 <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ac.png" alt="💬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>WhatsApp:</strong> (31) 98814-1168</p>



<p><strong>Sind-REDE/BH — Departamento Jurídico</strong> <em>Seu direito não caduca por falta de informação. Caduca por falta de tempo. Procure-nos.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sindrede.org.br/stj-reconhece-direito-de-servidores-ao-recalculo-de-verbas-com-inclusao-do-abono-de-permanencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>9</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prefeitura age para atacar independência e organização dos trabalhadores</title>
		<link>https://sindrede.org.br/prefeitura-age-para-atacar-independencia-e-organizacao-dos-trabalhadores/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=prefeitura-age-para-atacar-independencia-e-organizacao-dos-trabalhadores</link>
					<comments>https://sindrede.org.br/prefeitura-age-para-atacar-independencia-e-organizacao-dos-trabalhadores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirizados]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia de ontem (26/08) a Artebrilho enviou notificação ao Sindicato e aos trabalhadores informando que a partir do dia [&#8230;]]]></description>
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<p>No dia de ontem (26/08) a Artebrilho enviou notificação ao Sindicato e aos trabalhadores informando que a partir do dia 01 de setembro eles mudariam o “enquadramento sindical” do Sind-REDE/BH para o SINDEAC. No ofício a empresa afirma que isso foi feito em alinhamento e com anuência da Prefeitura. Em outras palavras, a pedido da Prefeitura. A empresa aponta como benefícios aumento do ticket em pouco menos que 2 reais e cesta básica.&nbsp;</p>



<p><strong>Não começou agora</strong></p>



<p>Essa não é a primeira movimentação da Prefeitura nesse sentido. Em reunião no MTE as OSCs já haviam dito que a SMED realizou uma reunião similar de alinhamento para retirar os profissionais de apoio escolar do Sind-REDE/BH. Nesse caso a SMED concordou em destinar dinheiro público para o “novo” sindicato garantir benefícios para os trabalhadores como plano de saúde e com isso ganhar os trabalhadores.&nbsp;</p>



<p><strong>Lutamos sempre e continuaremos lutando por benefícios para os trabalhadores</strong></p>



<p>Primeiramente é importante destacar que todos esses benefícios sempre foram reivindicações da categoria (plano de saúde, cesta básica, aumento do ticket) e achamos ótimo que cheguem para os trabalhadores. Mas a verdade é que a Prefeitura e a SMED sempre negaram isso ao longo dos anos. Essa liberação agora ocorre com um único objetivo: Disputar os trabalhadores para aceitarem o sindicato indicado pelo patrão.&nbsp;</p>



<p><strong>Sindicato de quem trabalha nas escolas municipais é e continuará sendo o Sind-REDE/BH! </strong></p>



<p><strong>Não é o patrão quem define o sindicato dos trabalhadores.</strong></p>



<p>A representação do Sind-REDE/BH entre os terceirizados começou no início dos anos 2000 quando estes trabalhadores, abandonados pelo outro sindicato, procuraram a entidade para se organizarem numa única entidade. Isso foi debatido e aprovado nos fóruns da categoria e nossa carta sindical foi atualizada e aceita pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2014. Isso foi feito não por nenhum interesse financeiro como estamos sendo atacados agora, pelo contrário, esse crescimento de base trouxe mais necessidades de investimentos que arrecadação. Fizemos isso porque acreditamos na unidade dos trabalhadores em busca de direitos. Tanto o SINDEAC quanto o SINTIBREF na época tentaram ser contra, mas perderam na justiça. Portanto, não há nenhum debate jurídico hoje que questione essa representação.&nbsp;</p>



<p><strong>Mas porque a Prefeitura faz isso?</strong></p>



<p>Os terceirizados das escolas de BH fazem algo que quase nenhum outro terceirizado faz em todo Brasil: lutam e vão às ruas por seus direitos. Ao longo desses anos foram diversas lutas realizadas: Contra a Reforma da Previdência, contra a Reforma Trabalhista, pelo fim da escala 6&#215;1 dentre outras.&nbsp;</p>



<p>Nos dois últimos anos fizemos greves e mobilizações gigantescas que conquistaram a redução da jornada de trabalho de 44h para 40h para profissional de apoio escolar, cantina, faxina, artífice, mecanografia; Fim do desconto de 20% do ticket alimentação para cantina, faxina, portaria, profissional de apoio escolar. Redução desse mesmo desconto para 1% para artífice e mecanografia; Aumento de 20% a 30% do salário para Caixa Escolar, cantina e profissional de apoio escolar.</p>



<p><strong>SMED/PBH quer trabalhador calado e aceitando tudo</strong></p>



<p>A Prefeitura cansou de ver trabalhadores na rua reclamando. Ao invés de resolver as questões de falta de passagem e vale alimentação das empresas, ao invés de aumentar o efetivo nas escolas e resolver a sobrecarga de trabalho.ao invés de resolver a falta de EPI. A SMED, o PATRÃO quer determinar quem é o sindicato que representa o trabalhador. Quer empurrar os trabalhadores a aceitarem outros sindicatos, que tem sua importância, mas não estão no dia a dia da escola e não se propõe a realizar mobilizações e ações como o Sind-REDE/BH.&nbsp;</p>



<p><strong>Não recuaremos!</strong></p>



<p>Estamos tomando as medidas judiciais cabíveis para esse momento. Orientamos aos trabalhadores que não há nenhum problema em usufruir os novos benefícios usados para comprar os trabalhadores, mesmo porque sempre lutamos e vamos seguir lutando para que esses e muitos outros cheguem para melhorar a vida do trabalhador. Mas não caiam no conto do patrão! Vamos manter nossa organização independente do patrão para seguirmos juntos por mais!</p>
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